No Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha (25 de julho), celebramos a força, a memória e a coragem das mulheres negras que sustentam comunidades, abrem caminhos e transformam o Brasil todos os dias.
Honrar essa história também é lutar contra o racismo, o machismo e todas as desigualdades que ainda tentam silenciar essas vozes.
Que nunca nos faltem compromisso, respeito e ação para construir um futuro de dignidade e justiça.
SEMANA DA MULHER NEGRA
As comemorações começam em 25 de julho e se estendem até o dia 31 comemorando a semana da mulher negra. Em comemoração, são realizadas audiências públicas, festivais, seminários, conferências e feiras, entre outras atividades, que têm por objetivo reafirmar a identidade, a história e a luta das mulheres negras brasileiras.
Lembram que o Brasil foi em grande parte construído através, por cima e com sacrifício da mulher negra, que foi ama, babá, escrava, amante e prostituta para gerações de brasileiros, assim como também em vários outros países. A chegada das mulheres africanas marcou a formação social brasileira.
Na escravidão mulher negra sofreu uma dupla exploração, além der ser escravizada sofrendo da violência inerente a esse sistema ela foi também explorada sexualmente como amante, objeto de estupros e prostituta.
Além disso, essas mulheres trouxeram tradições ancestrais que influenciaram a língua, os costumes, a alimentação, a medicina e a arte, além de introduzirem métodos agrícolas, vários produtos e valores coletivos no Brasil.
Aproveitando a data, a PR PRODUÇÕES criou em 2021 mais uma homenagem a estas guerreiras, mulheres que se superam, que são grandes exemplos de vida e de vitórias, servindo de exemplo para as demais mulheres da nossa sociedade.
Com isso, a produtora criou o prêmio MUSA AFRO-LATINO-AMERICANA E CARIBENHA e a primeira representante desta nova honraria, foi a jovem advogada negra, ADRIANA DA SILVA RODRIGUES MONTEIRO na época com 36 anos (foto abaixo), hoje com 41, mas mais linda e deslumbrante.
Passados 5 anos, ela é novamente a Musa Afro-Latino-Americana e Caribenha, e neste anos vem se transformando, vivendo uma nova vida e trazendo sempre bons exemplos e motivações para outras mulheres.
(https://culturarteenpr.blogspot.com/2026/07/o-processo-nao-destroi-apenas.html).
Tem choro escondido, tem vontade de desistir, tem roupa que não servia, tem vergonha de se olhar no espelho.
A primeira ainda sorria, mas por dentro 'tava' pedindo socorro.
A segunda aprendeu a se amar de novo.
Não foi fácil. Não foi rápido. Mas VALEU A PENA CADA DIA DO PROCESSO", disse Adriana.
E deixou um recado para todos: "Obrigada a todos e todas pela interação. Até mesmo a quem não acredita que a atual ou antiga Adriana seja eu. É para isso que resolvi mudar, para ficar irreconhecível. Faça você também, verá que é possível, mas faça por você!"













