terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

D. PEDRO II: O GRANDE MONARCA, EXEMPLO DE AUSTERIDADE!


 Quando a monarquia brasileira foi derrubada em 1889, Dom Pedro II não reagiu com resistência, nem convocou o Exército. Ele apenas aceitou o exílio, sem discurso, sem luta pelo poder, sem barganha.

Pouca gente sabe, mas anos depois da proclamação da República, o novo governo brasileiro tentou comprar o silêncio do antigo imperador, foram oferecidos dinheiro, conforto e até a possibilidade de um retorno discreto ao país. 

A condição era simples: que ele aceitasse o acordo e encerrasse qualquer símbolo vivo da monarquia. 

Dom Pedro II recusou tudo.

No exílio, viveu de forma extremamente simples, morou em hotéis modestos na Europa, vendeu parte de seus livros para pagar despesas e recusou pensões que considerava injustas. 

Para um homem que governou o Brasil por 49 anos, a vida final foi marcada por sobriedade, não por luxo.

Mesmo longe, nunca deixou de se considerar brasileiro, em seu quarto de hotel, em Paris, mantinha terra do Brasil guardada sob o travesseiro, um gesto silencioso de pertencimento, não era nostalgia performática, era identidade.

Quando morreu, em 1891, não houve honras oficiais brasileiras, o país que ele ajudou a consolidar como nação preferiu esquecê-lo naquele momento. 

Apenas anos depois seus restos mortais foram trazidos de volta, já com o reconhecimento tardio de sua importância histórica.

Dom Pedro II não morreu rico, nem poderoso.

Morreu coerente.

Em uma era em que cargos são trocados por silêncio e memória vira moeda política, sua escolha ainda ecoa: há coisas que não se vendem  nem por uma fortuna.

Texto: Jornal do Mundo
Pesquisa: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES




segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

EUFRÁSIA, A PRIMEIRA BILIONÁRIA BRASILEIRA


 Herdeira de grande fortuna familiar, oriunda da época de ouro do café brasileiro, Eufrásia Teixeira Leite investiu por mais de 50 anos em 13 países e 7 moedas diferentes, incluindo as bolsas de Nova Iorque, Paris e Londres, as maiores do mundo no momento.

Após a perda dos pais em 1872, ela e sua irmã, Francisca Bernardina, passaram a administrar com notável talento a herança recebida, multiplicando seu patrimônio e deixando, em testamento, uma fortuna que poderia comprar 1.850 quilos de ouro, aos preços da época, e cuja maior parte foi legada a instituições assistenciais e educacionais da cidade de Vassouras, no Rio de Janeiro. 

Sem herdeiros diretos, seu testamento beneficiou diversas instituições assistenciais e educacionais, e fomentou a caridade de sua cidade natal, Vassouras, no Rio, e de Paris, onde viveu boa parte da vida.

Historiadores estimam que a fortuna deixada por ela equivale a quase 2 toneladas de ouro, mais de R$ 1 bilhão em valores atuais. Ela queria que o dinheiro ajudasse os mais pobres.

Pesquisa: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES






domingo, 22 de fevereiro de 2026

Minhas orações foram atendidas do jeito como Deus sabia o que era melhor pra mim!


 Eu pedi força, e Deus me deu dificuldades para me tornar Forte!

Eu pedi sabedoria, e Deus me deu Problemas para resolver!

Eu pedi coragem, e Deus me deu perigos para superar!

Eu pedi Amor, e Deus me deu pessoas com problemas para ajudar!

Minhas orações foram atendidas. Mas não como eu queria, e sim como Deus sabia o que era melhor pra mim.

Gratidão sempre!!!


Texto: Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES








sábado, 21 de fevereiro de 2026

EGILI OLIVEIRA BRILHA NA SAPUCAÍ COM O PROJETO "SAMBA DO CORAÇÃO" (vídeo)

Ela é Atriz, Modelo, Professora de AfroSamba, Rainha de Bateria VG, coreógrafa e destaque performático da Unidos da Ponte onde brilhou com 'suas meninas' no belíssimo desfile da Unidos da Ponte, última escola a desfilar no sábado na série ouro do carnaval carioca, já na manhã do domingo 15 de fevereiro.

Em suas redes sociais, ela comemorou:

"Estou profundamente grata, feliz e realizada. Retomar a Sapucaí como coreógrafa e destaque performático, realizando um projeto dentro da Avenida e não sozinha, mas levando comigo todas as meninas do meu projeto Samba do Coração, é algo que eu sonhei por muitos anos.

Essas são as meninas do Samba do Coração (foto abaixo). Meninas que começaram do zero e que eu consegui transformar em potências para, juntas, estarmos na Sapucaí com a Unidos da Ponte com esse enredo Tamborzão.

Todas desfilaram. Nenhuma ficou para trás. Toda a produção passou por dentro do projeto: cabelo, maquiagem, organização, cuidado. Foi coletivo. Foi construção. Foi continuidade.

As meninas da frente vieram com a cabeça livre para performar. E ali existia símbolo. Um círculo potente de mulheres pretas com seus cabelos à mostra. Eu com meu black imenso. Elas firmes, alinhadas, afirmando identidade. “O poder é black”.

Agradeço ao presidente Gustavo Barros por acreditar no meu trabalho e me dar a oportunidade de retomar a Sapucaí dessa forma tão significativa. E agradeço, de maneira especial, à Rosana por mais essa oportunidade e confiança.

O Samba do Coração não é só dança. É ecossistema. É formação. É continuidade. E esse ano eu vi meu sonho atravessar a Avenida comigo.

Feliz por um trabalho concluído com sucesso. Tudo saiu perfeito. Gratidão a todas e todos que participaram desse projeto e que apoiaram também.

Feliz por inserir e incluir minhas alunas do projeto SAMBA DO CORAÇÃO nessa programação e uma maquiadora da minha comunidade colaborando com a economia dentro da comunidade .Que o SAMBA DO CORAÇÃO (@samba_do_coracao) cresça cada vez mais. Clientes felizes são sinal de crescimento e entrega bem feita. Sigo trabalhando para melhorias. Mas, por agora… é só relaxar!

Tentaram sucumbir a minha voz… mas foi justamente nessa parte que eu subi. Nesse momento do desfile, minhas meninas me levantaram para que eu cantasse e me expressa-se dissesse lá do alto.

Não foi só coreografia. Foi entrega. Foi confiança. Foi coragem. Nenhuma delas nunca tinham feito uma subida. Nunca tinham testado uma pegada, uma acrobacia, um risco desse tamanho. E mesmo assim toparam. Treinamos sozinhas comigo. Erramos, ajustamos, confiamos. O que vocês veem na foto não é só dança. É união. É força feminina. É potência coletiva. Elas me ergueram. Mas eu também me vejo erguendo cada uma delas todos os dias. Gratidão por sustentarem meu corpo e minha voz.

Com vocês deu tudo certo, agradeço a vocês que participaram desde o começo, as que permaneceram, e as que chegaram depois, porque todas fizeram parte também desse acontecimento. 

Meu agradecimento à vocês!!!"

Sim, ela, aliás ELAS brilharam na Sapucaí. Colocaram o coração no samba, levaram literalmente o SAMBA NO CORAÇÃO!

Parabéns Egili. Uma singela homenagem da PR PRODUÇÕES através do Informativo CULTURARTE.








sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

"Hoje tenho muito mais certeza do que eu quero!" por Elaine Rosas

DESPERTA A CURANDEIRA EM VOCÊ, SENTIR A FORÇA DA DEUSA, ESSA DEUSA EM VOCÊ. DESPERTA!!!


Às vezes turbulências passam por nossa vida mas na verdade é para organizar a nossa mente, e mostrar o que a gente não aceita, o que a gente não quer pra nossa vida! 

Quem sou eu? 

Quem é Elaine? 

Hoje tenho muito mais certeza do que eu quero e o que eu não quero... e o que eu não quero, não vai ter lugar...



Fotos e texto: Elaine Rosas 
(Naninha Rosas) professora de ritmos
Realização: PR PRODUÇÕES







quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

"Aprendi a fazer amizade com minha própria dor, até que ela se dissolva"


 “Fui criada para seguir em frente, para levantar a cada manhã e tentar novamente, mesmo quando meu coração está em pedaços. 

Fui ensinada a continuar caminhando, mesmo quando tudo o que quero é me esconder.

Aprendi a fingir estar bem até que isso se torne verdade, a sorrir mesmo quando a tristeza domina meu peito, a falar quando as palavras parecem vazias.

Aprendi a costurar minhas próprias feridas em silêncio, a desmoronar e ainda assim acreditar que é passageiro. 

A vida me mostrou como passar por cima das cicatrizes, mesmo quando a dor persiste.

Aprendi a fazer amizade com minha própria dor, até que ela se dissolva. Porque, no fim, a vida ensina que não temos outra opção senão sobreviver..."


Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES