terça-feira, 12 de maio de 2026

A FORÇA DA MATURIDADE por Ester Morgan

 Enquanto muita gente ainda insiste em associar idade a limite, a vida real e o mais alto nível de excelência do mundo, continua provando exatamente o contrário.


A primeira missão tripulada do programa Artemis da NASA , não escolheu pessoas jovens, e não foi por acaso, escolheu consistência, maturidade emocional, preparo técnico e, principalmente, experiência de vida.

Os quatro astronautas selecionados dizem tudo:

• Reid Wiseman – 48 anos
• Victor Glover – 46 anos
• Christina Koch – 44 anos
• Jeremy Hansen – 47 anos

Nenhum deles tem 20 e poucos anos, todos são 45+, e isso não é coincidência, é critério.

Porque quando o risco é alto, quando a pressão é extrema e quando o erro custa caro, não se aposta no “potencial”, se escolhe quem já provou.

A reflexão que eu trago e gostaria que ecoasse com força é a seguinte: se para ir à Lua a maturidade é um ativo, por que, aqui na Terra, ainda insistem em tratá-la como um problema?

A verdade é que o mercado ainda está atrasado em relação ao que o mundo real já entendeu: experiência não é peso, é direção, e maturidade não é fim, é potência refinada.

Profissionais 40+, 50+, 60+ carregam algo que nenhuma inteligência artificial, nenhum curso acelerado e nenhuma pressa consegue substituir: repertório, vivência, discernimento e inteligência emocional.

Eles não apenas fazem, eles sabem quando, como e por quê fazer, o que é fundamental para a NASA.

O etarismo não é só injusto, ele é, acima de tudo, burro do ponto de vista estratégico.

Porque descartar experiência é abrir mão de performance, é trocar profundidade por pressa, é escolher o raso, quando o mundo exige densidade.

No meu livro Força da Maturidade, eu trago exatamente essa provocação: a maturidade não é algo a ser escondido, é algo a ser assumido, valorizado e colocado em movimento.

Porque existe uma força silenciosa em quem já viveu, já errou, já recomeçou, e ainda assim escolheu continuar.

E talvez esteja na hora de você se perguntar: você está tentando parecer mais jovem, ou está disposto a ser mais relevante?

Na verdade não é sobre idade, é sobre entrega. E quem entende isso, vai mais longe, às vezes, até a Lua.

Texto: Ester Morgan
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES






segunda-feira, 11 de maio de 2026

ANTES DE FALAR ALGUMA COISA DE UMA MÃE, VIVA A VIDA DELA!


 “Quando você abrir a boca para julgar uma mãe, morda a língua primeiro.

A gravidez dói.

O parto dói.

Amamentar dói.

Ver seu filho chorando dói.

Não dormir bem, dói.

Servir a todos e ser o último, dói.

Não tomar banho com calma, dói.

Ter um dia muito difícil e inquieto dói.

Não consertar suas unhas e cabelos como antes, dói.

Carregar o mundo e não ter tempo para você dói.

Mamãe precisa de ajuda, para não ser criticada, precisa de carinho e não deve ser julgada, ela se importa com todos, mas também precisa ser cuidada. Deixar tudo nas costas dela é sacrificante!

A maternidade não é tão terna quanto parece, a maternidade é linda, sim, mas é muito difícil.

O que é belo é o amor que uma mãe sente pelo filho, mesmo com toda dor e sofrimento é o sentimento mais puro e sincero.

NINGUÉM NASCE SENDO MÃE, SE TORNA UMA MÃE E APRENDE NA ESTRADA E NORMALMENTE O APRENDIZADO É DIFÍCIL E DOLORIDO!


Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES





domingo, 10 de maio de 2026

CULTURARTE 309 - maio de 2026

 CULTURARTE 309 - maio de 2026



- MÃE, UM SER DIVINO. Uma edição super especial em homenagem à todos os Dias de Todas as Mães
- A Importância da Amamentação para a Mãe e para o Bebê
- Gravidez não é doença, MAS DÓI!!!
- Mulheres e Mães
- O Sorriso de uma Mãe que perdeu o filho
- Mãe não passa nunca, nem quando não está mais
- As Mães Heroínas e fortes que passam pela Cesariana
- MÃES E FILHAS: o vínculo que cura, o vínculo que fere

Tudo isso na edição de maio (dedicada às Mães) do Informativo CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica.












sábado, 9 de maio de 2026

DIA DAS MÃES: FATOS DA MATERNIDADE QUE NENHUM HOMEM SUPORTARIA

FATOS DA MATERNIDADE QUE NENHUM HOMEM SUPORTARIA

- Você sabia que o leite materno é formado a partir do sangue da mãe?

E que os ossos do bebê são formados a partir do cálcio da mãe, podendo ser retirado dos seus próprios ossos?

- Você sabia que a mãe perde cerca de 500ml de sangue durante um parto normal e até 1 litro de sangue numa cesariana?

E que, durante uma cesárea, 7 camadas da mulher precisam ser cortadas?

- Você sabia que durante a gestação o coração da mãe bombeia até 50% mais sangue do que o normal?

Um esforço comparável ao de um atleta profissional em treino intenso (só que 24h por dia).

- Você sabia que, após o parto, há uma queda abrupta de estrogênio e progesterona, deixando a mulher com mudanças bruscas de humor, choro fácil e sensação de vazio?

Mesmo que ela tenha um bebê saudável nos braços e tenha desejado muito esse momento.

- Você sabia que cerca de 80% das mães enfrentam algum tipo de sofrimento emocional quando o bebê nasce, sendo que até 25% pode evoluir para uma depressão pós-parto?

- Você sabia que a privação de sono pós-parto pode causar lapsos de memória, irritabilidade e até sintomas parecidos com depressão (sendo também um fator de risco para a depressão de fato)?

- Você sabia que amamentar por um ano corresponde a cerca de 1.800 horas dedicadas?

Um emprego em tempo integral pelo mesmo período, com 3 semanas de férias, soma aproximadamente 1.960 horas.

- A gravidez e o parto são transformações físicas, hormonais e emocionais intensas que merecem preparo, respeito, suporte.

Após o parto, mesmo com tudo “normal”, há uma lenta recuperação: do útero, da musculatura, dos tecidos, da circulação, do sono, da identidade de mãe.

- Você sabia que os laços com sua mãe nunca serão rompidos por mais que vocês se afastem? 

Sim, porque desde o nascimento e durante toda sua vida você carregará células dela no seu corpo e vice-versa. Essa troca é feita durante a gestação.

Que as gestantes e as mães possam ser devidamente compreendidas, valorizadas e, acima de tudo, APOIADAS por todos ao seu redor.

Somos o portal para a vida, e toda a existência humana depende de nós.


Pesquisa: Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES