segunda-feira, 20 de abril de 2026

"O verdadeiro brilho está na mulher que aprendeu a não desistir de si" por Gabriele Eleutério


 Era uma manhã comum, mas ela decidiu que não seria um dia qualquer.

Ao se olhar no espelho antes de sair, viu mais do que o reflexo de uma mulher bem arrumada — viu uma história inteira de superação, fé e recomeços. O sorriso com aparelho não era só estética, era símbolo de cuidado consigo mesma, de quem decidiu se reconstruir sem pressa, mas com coragem.

Ela escolheu aquela blusa marrom porque queria transmitir calma, firmeza e maturidade. Calçou os sapatos claros como quem pisa leve, mas com propósito. Quando chegou ali, diante daquela vista da cidade, sentiu algo diferente: não era apenas um cenário bonito… era como se tudo ao redor representasse o caminho que ela percorreu — altos, baixos, curvas inesperadas… e ainda assim, ela continuava de pé.

Então tirou a foto.

Não para mostrar aos outros, mas para lembrar a si mesma:

"Eu consegui chegar até aqui!!!"

E naquele instante, com o vento leve tocando seu rosto e o coração em paz, ela entendeu que estava exatamente onde precisava estar.

Porque às vezes, o verdadeiro brilho não está no lugar…

está na mulher que aprendeu a não desistir de si.

Pensem nisso!!!

Quem é Gabriele?

Gabriele é uma mulher forte, sensível e cheia de propósito. Mãe dedicada do João Pedro e do João Gabriel, carrega no peito o amor pela família, pelo cuidado com o próximo e pelo que faz. Atua como psicanalista, neuropsicanalista e terapeuta integrativa, ajudando pessoas a se reencontrarem com sua essência, com empatia e acolhimento.

Ela ama frases que inspiram, histórias de superação e momentos simples que aquecem o coração. Valoriza o respeito, a verdade e a presença — seja num café entre amigos, num reencontro inesperado ou num gesto de carinho. Gosta de ouvir, de observar e de transformar até a dor em força.

Trabalhadora incansável, é envolvida em projetos sociais e tem orgulho do que construiu com coragem. Ao mesmo tempo, é romântica, acredita no amor e se encanta com conexões que vão além da aparência. Gosta de sentir que é lembrada, de partilhar risadas, de mensagens que tocam a alma e de celebrar cada pequena vitória.

Gabriele é gente de verdade — intensa, afetuosa e apaixonada pela vida, mesmo com todas as suas lutas. 

Texto original e fotos: Gabriele Eleutério Oliveira  (Terapeuta Psicanalista e funcionária pública)
Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES







domingo, 19 de abril de 2026

19 DE ABRIL: DIA DOS POVOS INDÍGENAS

 O Dia dos Povos Indígenas (antigo Dia do Índio) é celebrado anualmente em 19 de abril no Brasil. Esta importante data serve para lembrar e reforçar a identidade do povo indígena brasileiro e americano na história e cultura atual. 

Antes da chegada dos primeiros europeus em terras americanas, todos os países que formam este continente eram amplamente povoados por grandes nações indígenas. Infelizmente, a ganância e a crueldade humana fizeram com que muitas tribos fossem totalmente dizimadas e grande parte da cultura indígena foi esquecida.

Na tentativa de preservar as tradições e identidade dos indígenas, o Dia dos Povos Indígenas (antigo Dia do Índio) surgiu para não deixar as novas gerações esquecerem das verdadeiras raízes que formam o povo brasileiro.

História do Dia dos Povos Indígenas

O dia 19 de abril foi escolhido como data para se comemorar a cultura indígena em homenagem ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, que ocorreu em 19 de abril de 1940.

O objetivo deste congresso era de reunir os líderes indígenas das diferentes regiões do continente americano e zelar pelos seus direitos.

No Brasil, esta data foi oficializada através do decreto-lei nº 5.540, de 2 de junho de 1943, com assinatura do então presidente Getúlio Vargas.

A nível internacional, a Organização das Nações Unidas (ONU) também criou o Dia Internacional dos Povos Indígenas (9 de agosto) para conscientizar os governos e população mundial sobre a importância de preservar e reconhecer os direitos dos indígenas.

Atividades para o Dia dos Povos Indígenas

Durante o Dia dos Povos Indígenas, as escolas e demais instituições culturais e de ensino incentivam as crianças e os jovens a conhecerem as diferentes práticas culturais dos indígenas.

A FUNAI - Fundação Nacional dos Povos Indígenas (antiga Fundação Nacional do Índio) - é uma das principais instituições brasileiras que se dedica a defender a cultura e os direitos dos povos indígenas do país.

Para isso, são organizadas algumas atividades, como trabalhos criativos e palestras informativas, por exemplo.

A situação atual dos indígenas do Brasil

De acordo com a FUNAI - Fundação Nacional dos Povos Indígenas, a atual população indígena do Brasil é de aproximadamente 818.000 indivíduos, representando 0,4% da população brasileira. Vivendo em aldeias somam 503.000 indígenas. Há, contudo, estimativas de que existam 315 mil vivendo fora das terras indígenas, inclusive em áreas urbanas.

A população indígena no País vem aumentando de forma contínua, a uma taxa de crescimento de 3,5% ao ano. Esse número tende a crescer devido à continuidade dos esforços de proteção dos índíegnas brasileiros, queda dos índices de mortalidade, em razão da melhora na prestação de serviços de saúde, e de taxas de natalidade superiores à média nacional. Existem cerca de 53 grupos ainda não contatados, além daqueles que esperam reconhecimento de sua condição indígena junto ao órgão federal indigenista FUNAI.

Cerca de 60% dos indígenas do Brasil vive na região designada como Amazônia Legal, mas registra-se a presença de grupos indígenas em praticamente todas as Unidades da Federação. Somente nos estados do Rio Grande do Norte, Piauí e no Distrito Federal não registra-se a presença de grupos indígenas.

De acordo com a FUNAI os indígenas brasileiros estão divididos em três classes: 

- os isolados, considerados aqueles que “vivem em grupos desconhecidos ou de que se possuem poucos e vagos informes através de contatos eventuais com elementos da comunhão nacional”;

- os em via de integração, aqueles que conservam parcialmente as condições de sua vida nativa, “mas aceitam algumas práticas e modos de existência comuns aos demais setores da comunhão nacional”; e 

- os integrados, ou seja, os nativos incorporados à comunhão social e “reconhecidos no pleno exercício dos direitos civis, ainda que conservem usos, costumes e tradições características da sua cultura”. Segundo a legislação brasileira, o nativo adquire a plena capacidade civil quando estiver razoavelmente integrado à sociedade. Para que tal aconteça, é necessário que tenha boa compreensão dos usos e costumes da comunhão nacional, conheça a língua portuguesa e tenha a idade mínima de vinte e um anos.


Participação: Darci Tupã Nunes de Oliveira e Helen Ferreira (Aldeia Mata Verde Bonita)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Pesquisa: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES






sábado, 18 de abril de 2026

O contato íntimo vai muito além do corpo


Na visão espírita, o contato íntimo vai muito além do corpo. É um encontro profundo de energias, emoções e pensamentos. Quando duas pessoas se unem intimamente, criam laços vibratórios que permanecem mesmo depois do afastamento físico.

Chico Xavier alertava que a sexualidade é força criadora poderosa e, por isso, exige responsabilidade espiritual. Não existe troca íntima sem troca energética. Cada relação deixa marcas no perispírito, influenciando o equilíbrio emocional, mental e espiritual de quem se envolve.

Muitas dores que surgem sem explicação, cansaços persistentes e confusões emocionais têm origem em vínculos criados sem consciência. Dormir com alguém é permitir acesso ao seu campo mais sensível. Nem toda atração é afinidade espiritual. Nem todo prazer traz paz depois.

Segundo os ensinamentos de Chico Xavier, o amor verdadeiro nunca desequilibra. Ele acalma, fortalece e ilumina. Quando a relação gera vazio, perturbação ou desgaste, é sinal de que a energia trocada não estava alinhada com o bem.

Cuidar de quem você escolhe para dividir sua intimidade é um ato de amor-próprio e de respeito ao seu espírito.

Dai a máxima ensinada por Jesus: "Ame o seu próximo como a si mesmo", e seja feliz!

Texto inspirado em obra de Chico Xavier com finalização de Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES












sexta-feira, 17 de abril de 2026

COM QUASE 70, MONIQUE EVANS MOSTRA O PODER DA MULHER E O SABER ENVELHECER

 


A apresentadora e ex-modelo Monique Evans voltou a chamar atenção nas redes sociais ao surgir em um ensaio recente usando um body transparente. 


Prestes a completar 70 anos ela tem atualmente 69 a artista compartilhou o registro com seguidores e aproveitou para refletir sobre envelhecimento, autoestima e liberdade ao longo da vida.

Na publicação, Monique destacou que encara a passagem do tempo com naturalidade e afirmou que se sente cada vez mais livre para viver e expressar sua personalidade. 


Em diferentes ocasiões, a apresentadora já declarou que aceita as mudanças do corpo com tranquilidade, celebrando a maturidade e a experiência acumulada ao longo dos anos. 

Em uma de suas postagens sobre o tema, ela escreveu que se mostra como é, com “flacidez, gordurinhas e 69 anos”, demonstrando satisfação com a própria fase de vida. 

O clique repercutiu entre fãs e seguidores, que deixaram uma série de elogios à artista, destacando sua beleza e autenticidade. Comentários ressaltaram a confiança e a atitude de Monique ao compartilhar imagens que valorizam o corpo real e a liberdade de se expressar independentemente da idade.  

TRAJETÓRIA

Com uma longa trajetória na televisão e na moda, Monique Evans ficou conhecida como modelo e personalidade da TV brasileira desde os anos 1980, quando ganhou destaque em programas de entretenimento e no carnaval carioca, chegando a popularizar o posto de rainha de bateria em escolas de samba. 

Nos últimos anos, a apresentadora tem usado as redes sociais para dividir momentos da vida pessoal e reflexões sobre envelhecer com leveza. 

Viveu segundo ela um dos melhores momentos de sua vida quando esteve com a namorada Cacá Werneck.

Para ela, a maturidade representa uma fase de maior autoconhecimento e liberdade, mensagem que reforça ao compartilhar fotos e depoimentos sobre autoestima e aceitação do próprio corpo.