terça-feira, 8 de setembro de 2026

"É hora de recomeçar (ou literalmente COMEÇAR) a fazer a sua história!" por Elaine Teles

 


Quantas vezes você se anulou para caber na vida do outro?

Existe um preço silencioso e devastador em tentar agradar a todos, manter a paz a qualquer custo e deixar os próprios desejos, limites e necessidades sempre para depois.

 A dependência emocional nos ensina que priorizar a si mesma é um ato de egoísmo, quando, na verdade, é a única saída para a sobrevivência da alma.

Quando você se coloca no último lugar da sua própria vida, o seu corpo adoece, a sua ansiedade toma o controle e a sua autoestima desaparece. 

Escolher a si mesma não significa abandonar quem você ama, mas sim parar de se abandonar todos os dias.

É hora de retomar o protagonismo da sua história.

É hora de recomeçar (ou literalmente COMEÇAR) a fazer a sua história!

Dê as costas para os problemas, para os maus-tratos, para sua vida antiga que tanto te fez mal!

Você merece viver sem o peso da culpa por decidir olhar para dentro e cuidar de quem sempre esteve na linha de frente: você!!!

Escolha o seu caminho de cura e comece essa transformação agora:

- Atendimento Online: Agende sua sessão de Terapia Multi para resgatar sua individualidade e curar as raízes da dependência emocional.

- E-books Terapêuticos Prontos: Ferramentas práticas para o seu autoconhecimento disponíveis na plataforma Hotmart. Link na bio.

- Livro Clube da Dependência Emocional: Disponível na Amazon (link na bio) ou garanta o seu exemplar autografado pedindo diretamente pelo WhatsApp (21) 99545-2582.

https://www.facebook.com/elaine.teles.3192

@elainecristina_teles | Terapia Multi 


Texto: Elaine Teles (Terapeuta e Escritora)
Adaptações e Inclusões: Pery Salgado (jornalista)
Fotos: Sandra Maria

Realização: PR PRODUÇÕES
Adaptações e inclusões: Pery Salgado (jornalista)







segunda-feira, 7 de setembro de 2026

TERAPEUTA ELAINE TELES LANÇA LIVRO NA 4ª EDIÇÃO DA FEIRA DE EMPREENDEDORISMO VIRTUOSAS, NA AMVM

A terapeuta e escritora ELAINE TELES faz um convite especial à todos:



"Celebre o talento, a força e o protagonismo feminino em um dia inesquecível.

A Feira de Empreendedorismo Virtuosas chega a Maricá como um verdadeiro manifesto de inspiração, conexões genuínas e negócios que transformam histórias. É o ponto de encontro perfeito para quem valoriza a essência do comércio local, a criatividade e a autonomia feminina. E iremos estar juntas nesta quarta edição, sábado dia 12 de setembro.

Nesta edição mais do que especial (principalmente para mim), teremos a honra de celebrar o Lançamento do livro Clube da Dependência Emocional, uma obra transformadora que convida à reflexão e ao resgate da própria força interior. Venha prestigiar esse momento literário único e trocar experiências inspiradoras.

O que você vai encontrar:

- Artesanato Exclusivo: Peças únicas feitas à mão, carregadas de afeto, identidade e originalidade.

- Gastronomia Artesanal: Sabores marcantes, quitutes irresistíveis e opções irresistíveis para o seu dia.

- Moda e Tendências: Coleções exclusiva que unem elegância, conforto e estilo autoral , feitas por mãos mais do que habilidosas.

- Beleza e Bem-Estar: Cuidados especiais e novidades para realçar a sua melhor versão.

Informações do Evento:

FEIRA DE EMPREENDEDORISMO VIRTUOSAS

Data: 12 de setembro
Horário: Das 10h às 17h
Local: AMVM (Associação das Mulheres Virtuosas de Maricá), rua Eraldo da Costa Marins nº 6, Parque Eldorado, centro - Maricá.

Permita-se viver essa experiência que une cultura, empreendedorismo e empoderamento em um só lugar. Traga sua família, convide suas amigas e venha apoiar os negócios locais que fazem a diferença em nossa cidade.

Contamos com a sua presença para tornar este dia ainda mais especial!"

Confira a programação completa acessando https://obaraoj.blogspot.com/2026/09/feira-de-empreendimento-virtuosas-tera.html





ALTINA PIMENTEL MAIS UMA VEZ NA CAMPANHA DE PREVENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA

 MULHERES ACIMA DOS 50 ANOS APRESENTAM MAIS RISCO DE DESENVOLVER CÂNCER DE MAMA


O aumento da expectativa de vida — que no Brasil ultrapassa os 75 anos, segundo o IBGE — está diretamente relacionado ao aumento dos casos de câncer de mama, segundo tipo mais comum entre as mulheres em todo o mundo, especialmente aquelas acima de 50 anos.


Dados do Instituto Nacional de Câncer revelam que os tumores na mama respondem por cerca de 29% dos novos casos em pessoas do sexo feminino a cada ano. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento.


De acordo com a oncologista do Hospital Santa Lúcia, Patrícia Schorn, além da idade, o câncer de mama tem como causa principal o histórico familiar, além de fatores externos como a ingestão elevada de álcool, obesidade, sedentarismo e a exposição a substâncias carcinogênicas, como os corantes e conservantes presentes na alimentação.


Por isso, é fundamental manter uma alimentação natural, praticar atividades físicas regularmente e evitar a ingestão de álcool e tabaco. O histórico familiar da doença, a ausência de filhos (nuliparidade) ou o fato de não ter amamentado também são importantes fatores de risco para a doença.


DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO – Anualmente, mulheres a partir de 35 anos de idade que apresentem fatores de risco devem procurar um ginecologista ou um mastologista para realizar exames clínicos e mamografia. Para as que não apresentam estes fatores, o ideal é iniciar estes exames a partir dos 40 anos.


“Além da mamografia, o especialista também pode pedir uma ultrassonografia mamária e uma ressonância nuclear magnética das mamas, exames complementares que podem ser importantes em alguns casos”, ressalta Schorn, ao lembrar que, mesmo que relativamente raro em mulheres com menos de 35 anos, o câncer de mama tem atingido cada vez mais aquelas abaixo dos 40 anos.


 Altina Pimentel (57), profissional  da saúde, Enfermeira aposentada.

Altina Pimentel, modelo participante da exposição fotográfica de prevenção ao câncer de mama realizada pela PR PRODUÇÕES, dá o seu depoimento de como se cuida na proteção e prevenção ao câncer de mama.


"Quando falamos em câncer de mama, tratamos de um assunto muito sério e para isso criou-se o Outubro Rosa com o objetivo de conscientização,  dando-se ênfase na prevenção. A mulher precisa  conhecer o próprio corpo. 


O auto exame deve ser feito todos os dias através da palpação e é de extrema importância. É possível observar o corpo,  aprender a palpar e saber interpretar sinais não visto antes. Reconhecer o próprio corpo é um  ponto importantíssimo. 


Os exames podem ser feitos anualmente, porém, a prevenção todos os dias. Portanto, se pode fazer  por você hoje, porque deixar para amanhã ? Cuide-se !!!"


Texto, diagramação e pesquisa: Pery Salgado (jornalista)
Modelo: Altina Pimentel
Maquiagem: Jeferson Lopes 
Cabelo: Rita Wermelinger
Fotos e produção : Jeferson Lopes e Rita Wermelinger
Realização: PR PRODUÇÕES










domingo, 6 de setembro de 2026

Pink Pill ganha espaço nas redes como reação à misoginia e à violência contra mulheres

Fenômeno surge como contraponto aos discursos da chamada "machosfera", sem defender hostilidade contra homens.


O movimento Pink Pill ganha espaço nas redes sociais brasileiras em meio ao debate sobre violência contra a mulher, relacionamentos abusivos e misoginia. A expansão ocorre paralelamente à popularização de comunidades da chamada “machosfera”, como a Red Pill, que reúne discursos de superioridade masculina e rejeição ao feminismo.

Como reação ao aumento da violência contra a mulher no Brasil, que registrou 1.492 casos de feminicídios em 2024, segundo o 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, publicado em 2025 — a cada dia cerca de quatro são assassinadas —, influenciadores digitais aderiram ao termo Pink Pill para compartilhar estratégias de segurança. A expressão feminista surge como resposta ao discurso do movimento Red Pill — comunidades on-line que difundem discursos de superioridade masculina, hostilidade às mulheres e rejeição ao feminismo. As pink pills, como se identificam as influencers, publicam estratégias de autodefesa, ensinam como identificar falas misóginas e orientam como sair de relacionamentos machistas.

Nas redes, as chamadas pink pills compartilham conteúdos sobre identificação de comportamentos misóginos, autonomia, autoestima, relacionamentos abusivos e estratégias de segurança. A proposta, porém, não possui uma definição única e reúne diferentes correntes, que vão da orientação para mulheres em situações de abuso a vertentes mais radicais.


Um dos exemplos que ganhou grande repercussão é o das irmãs baianas Cah Fernandes, 26 anos, e Hyla Natiely Fernandes, 21. Psicóloga e administradora, respectivamente, as duas viralizaram no TikTok e no Instagram ao abordar machismo, misoginia e autodefesa feminina. A primeira publicação ultrapassou 1,2 milhão de visualizações e ajudou a formar a comunidade on-line Pink Pill.

A iniciativa começou no início de 2026, quando as irmãs planejavam um quadro no YouTube no qual consertariam uma motocicleta usando minissaias e sandálias de plataforma. A combinação de humor, estética e discussão sobre feminismo acabou transformando o projeto em uma produção voltada a questões sociais.

A proposta, dizem, é disputar narrativas e colocar a mulher no centro do debate.

A ideia é colocar a chamada ‘lente rosa’, ver a vida por uma narrativa de poder feminino”, afirma Hyla. As irmãs também passaram a discutir a criação de comunidades presenciais, como o Pink Club, em Salvador.

Outra influenciadora associada ao movimento é Brenda Reyes, 27 anos, conhecida nas redes como Brendioous. Com mais de 200 mil seguidores no TikTok, ela produz vídeos sobre relacionamentos, autoestima e identificação de comportamentos abusivos. Ela se apresenta como sobrevivente de relacionamentos conturbados e afirma que a proposta é ajudar mulheres a reconhecerem seu próprio valor: “A principal coisa que o movimento defende é a autovalorização feminina, é sobre você não aceitar menos do que você merece”. 

Segundo Brenda, a orientação não consiste em tratar homens como uma ameaça, mas em identificar sinais de comportamento potencialmente abusivo sem generalizações.

Padrões de abuso

Brenda também conhecida nas redes sociais por publicar vídeos voltados a conselhos amorosos, dicas de relacionamentos e discussões sobre o comportamento masculino sob a ótica do movimento Pink Pill, a influenciadora digital Brenda Reyes, de 27 anos, se define como “sobrevivente de relacionamentos conturbados”.

A jovem começou a orientar mulheres a romperem padrões de abuso, ensinando a conquistar e fortalecer seu próprio valor. Brendioous, como se autointitula nas redes sociais, posta vídeos defendendo que as mulheres se valorizem.

"A principal coisa que o movimento defende é a autovalorização feminina, é sobre você não aceitar menos do que você merece. Não prevê colocar os homens como ameaça, mas observar quais são os sinais de atuação, de comportamento de um homem ameaçador, e observar os sinais de comportamento sem generalizar", explica Reys.

Feminismo não é o oposto do machismo

A associação entre Pink Pill e feminismo também exige uma distinção conceitual. Feminismo não é um contraponto ao machismo no sentido de uma disputa entre homens e mulheres. O movimento feminista defende a igualdade de direitos, oportunidades e tratamento entre os gêneros, enquanto o machismo está relacionado à ideia de superioridade masculina e à manutenção de desigualdades.

Da mesma forma, misandria (hostilidade, desprezo ou ódio contra homens) não é um princípio do feminismo nem uma característica necessária do Pink Pill. Conteúdos ou grupos específicos podem assumir posições misândricas, mas isso não permite atribuir essa postura ao movimento como um todo.

A antropóloga digital Carol Luck avalia que a expansão da machosfera está relacionada também às transformações sociais nas relações entre homens e mulheres. Para ela, a perda de referências tradicionais de autoridade e controle pode alimentar ressentimentos, enquanto comunidades on-line oferecem explicações simplificadas para frustrações pessoais.

Já a socióloga Fernanda Medeiros, do Centro Universitário de Brasília, observa que Red Pill e Pink Pill encontram público porque abordam experiências comuns, como rejeição, relacionamentos e conflitos afetivos. O problema, segundo ela, aparece quando experiências individuais são transformadas em regras gerais sobre todos os homens ou todas as mulheres.

Da internet a casos de violência

O debate ganhou dimensão internacional diante de episódios extremos associados à chamada manosphere. No Reino Unido, Kyle Clifford, de 26 anos, matou em 2024 as irmãs Louise e Hannah Hunt e a mãe delas, Carol Hunt, em Bushey. Ex-namorado de Louise, ele também foi condenado pelo estupro da jovem. Segundo autoridades, Clifford consumia vídeos de influenciadores ligados à “manosphere” (machosfera).

Entre os nomes mais conhecidos desse universo está Andrew Tate, influenciador britânico-americano que já se declarou “absolutamente misógino” e fez declarações depreciativas sobre mulheres. Sua atuação ajudou a popularizar discursos de hiper-masculinidade e hostilidade ao feminismo nas redes.


Nesse ambiente de disputa de narrativas, o Pink Pill aparece como uma expressão heterogênea. Para a especialista em direitos das mulheres Lina AbiRafeh (foto acima), o termo surgiu em espaços feministas e quer como resposta às comunidades Red Pill e Black Pill, podendo ser utilizado tanto de forma irônica quanto para defender solidariedade e autonomia entre mulheres.

No Brasil, portanto, o fenômeno não pode ser resumido à ideia de “ódio aos homens”. Em sua vertente voltada à segurança, à autonomia e à identificação de abusos, o Pink Pill procura colocar experiências femininas no centro do debate sobre violência e relacionamentos, sem que isso signifique transformar a igualdade de gênero em uma guerra entre gêneros.

Texto: Rayza Espírito Santo (Redatora, repórter de editorias diversas, social media e fotojornalista do jornal Gazeta 24 horas) e de Esther Gama Estagiária sob supervisão de Cibelle Brito, jornal O Globo







OHARA E O UNIVERSO COSPLAY


 Ele tem uma presença marcante. Corre atrás dos seus sonhos e ama o COSPLAY. Conhecemos essa figura linda na EXPO MARICÁ 2026, quando ela participou do concurso de COSPLAY realizado por Cida Santos Atelier. Vamos hoje conhecer e conversar com OHARA COSPLAYER.

CULT: Olá Ohara, uma alegria receber você nas páginas do CULTURARTE. Se apresente por favor para nossos leitores.

OHARA: Eu sou conhecido como Ohara, atualmente faço faculdade de medicina veterinária, tenho trabalhos de freelancer na área de design e serviços acadêmicos e ainda sou uma das pessoas fundadoras de um projeto de RPG aqui de Maricá, a Ordo Maricá!

Atualmente moro em Pindobal e o meu início com cosplay foi na margem dos meus 12/13 anos como um hobbie, onde comecei a tentar mais profissionalmente na área esse ano.

CULT: Qual o seu nome de batismo? 

OHARA: Preferia não falar o meu nome. Sou uma pessoa não assumida ainda e por isso prefiro manter só o nome artístico.

CULT: Fale sobre você!

OHARA: Tenho 20 anos e eu nasci na cidade do Rio de Janeiro e estou em Maricá desde 2020 e atualmente moro em Pindobal.

CULT: Você falou que está cursando a faculdade de veterinária, adorei saber disso, eu e minha esposa amamos animais. Como começou seu amor pela veterinária?

OHARA: Foi a primeira ideia de profissão que eu falei que queria ser quando criança e felizmente 'tô' conseguindo cumprir. Sempre tive muito apego e amor pela área e conseguir realizar a faculdade dos meus sonhos, é gratificante demais.

CULT: Cuidará de animais de pequeno porte, de grande porte, ou não haverá distinção?

OHARA: Eu na verdade devo seguir na área de microbiologia e saúde única! Em exames laboratoriais e similares, então meio que não vai existir distinção mesmo.

CULT: Você cursa aqui na Faculdade de Vassouras? Está em qual período?

OHARA: Sim, na Faculdade de Vassouras e atualmente estou no sexto período.

CULT: E o universo COSPLAY, quando começou a entrar para este mundo?

OHARA: Eu comecei como um hobbie, estou vendo a possibilidade de me profissionalizar agora.

CULT: Que bacana, existe então um mercado real para a profissionalização do COSPLAY?

OHARA: Sim, participando de eventos, se especializando e etc... Existem até eventos que contratam pessoas do ramo cosplay como atração, jurados dentre outros.

CULT: Há quantos anos você está neste universo?

OHARA: Bom, eu posso dizer que desde os meus 11/12, fazendo alguns cosplays improvisados apenas por diversão na época.

CULT: Nos conhecemos no concurso que rolou na Expo Maricá 2026. Você venceu? Tem títulos em outros concursos?

OHARA: Infelizmente não venci, mas foi lindo ter participado. Ganhei o concurso de cosplay do Cinegeek. O Cinegeek é um evento que acontece toda semana no Cine Henfil (que ironicamente é no qual atualmente eu realizo meu projeto).

Ohara que sabe se cuidar, é flamenguista, tem como cores prediletas a roxa e a preta. Gosta muito de suco de limão e Pepsi. Como refeição preferida, ama cuscuz com carne seca.

Na hora de se vestir às vezes usa roupas mais trabalhadas e outras vezes roupas mais despojadas. Adora navegar pela internet onde segundo Ohara tem acesso a televisão e livros, mas confidenciou que é amante de cinema e teatro.

CULT: Uma questão delicada e muito pessoal. Você sofre bullying, preconceitos pela sua condição? Sua família aceita bem você, seus amigos, seus colegas da faculdade te aceitam?

OHARA: Sim, no caso dentro de casa e esse é um dos motivos pelo qual eu não procuro expor essa situação. Minha família não aceita, meus amigos e colegas de faculdade me respeitam muito, me aceitando mais do que meus próprios familiares. Eu só não comecei meus tratamentos e retificação social por ainda morar com minha família. Mas futuramente, devo ir atrás. Procuro só a retificação social, ainda estou cogitando sobre a terapia hormonal.

CULT: Seus sonhos e desejos?

OHARA: Atualmente é ver o meu projeto crescer cada vez mais e alcançar ainda mais público. A Ordo Maricá é o projeto de RPG que eu e o meu amigo João fundamos. Já tivemos muitas realizações, como por exemplo nossa comunidade no WhatsApp chegando a mais de 100 membros e trabalhando toda semana no evento do Cinegeek, onde várias pessoas frequentam.

CULT: Deixe então um recado para outros meninos e meninas que queiram seguir teus passos na questão do COSPLAY.

OHARA: Que esse hobbie traga muitas realizações, mas que não deixem de procurar ter um futuro estável, pois o Cosplay é um hobbie caro e exige muito, mas com dedicação e esforço, da para transformar em ouro. E que mantenham a determinação. O mundo pode ser difícil mas não desistir é muito importante.

CULT: Uma alegria muito grande conhecer você e lute sim pelos seus sonhos e principalmente para ser aceito e respeitado por toda a sociedade. Sucesso no universo Cosplay e na Veterinária.

OHARA: Agradeço a oportunidade e obrigada pelo reconhecimento, acolhimento e respeito. Um beijo à todos os leitores do CULTURARTE.