"Hoje escolhi me ver assim, sem filtros e sem telas. Foram anos de laces e implantes que eu amei usar, e quem sabe eu não use de novo? Mas hoje, a minha meta é celebrar a beleza de ser eu mesma."
"Aposentei as laces por tempo indeterminado, mas não definitivo! A diferença é que agora eu não me escondo, eu me revelo. Assumindo meus fios com todo orgulho do mundo."
"Minhas raízes estão de volta ao palco! Amo a versatilidade de mudar sempre, mas hoje o meu 'mood (humor)' preferido é a minha reclusão!"
"Livre para ser quem eu quiser: hoje ao natural, amanhã quem sabe? O importante é que agora eu sei quem eu sou por baixo de qualquer implante."
"Dando um descanso para as laces e um 'olá' para o meu cabelo real. Não é um adeus aos acessórios, é um reencontro com a minha essência."
"Assumindo o que é meu! A liberdade de usar o que eu quiser continua, mas a paz de me aceitar assim não tem preço."
"O importante é que, quando quiser, mudo para me sentir bem!"
Fotos e Texto original: Marcelle Nascimento (modelo, empreendedora e criadora de conteúdo motivacional) Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista) Realização: PR PRODUÇÕES
Maria Gabriela de Orleans e Bragança carrega em seu nome um pedaço vivo da história do Brasil. Descendente direta de Dom Pedro II, ela integra a Casa Imperial do Brasil, ramo de Orléans e Bragança, e figura como terceira na linha de sucessão segundo a tradição monárquica do ramo de Vassouras.
Filha de Dom Antônio João de Orléans e Bragança e neta de Dom Pedro Henrique, que chefiou a Casa Imperial por décadas, Maria Gabriela nasceu já em um Brasil republicano, mas cresceu cercada por relatos, documentos e símbolos de um Império que ajudou a moldar o país. Essa dualidade é uma das curiosidades de sua trajetória: viver no presente carregando, no sobrenome, decisões e legados de séculos passados.
Mesmo sem qualquer papel político, sua posição é dinástica e histórica, baseada nas regras tradicionais de sucessão do antigo Império, como a primogenitura e a legitimidade familiar. Ela representa uma geração que mantém viva a memória imperial não como poder, mas como patrimônio cultural, identidade e estudo histórico.
Curiosamente, a Casa de Orléans e Bragança mantém arquivos, genealogias e participação em eventos culturais e acadêmicos, preservando documentos e tradições do período imperial brasileiro. Assim, Dona Maria Gabriela simboliza um Brasil que muitos desconhecem: o da continuidade histórica silenciosa, que atravessou a Proclamação da República sem desaparecer.
Sua história lembra que o passado não está apenas nos livros, às vezes, ele caminha entre nós, como um elo discreto entre o Brasil Império e o Brasil contemporâneo.
Atualmente, ela vive em Lisboa, Portugal, onde trabalha profissionalmente e mantém sua vida pessoal.
DONA MARIA GABRIELA CANTANDO "CAN'T HELP FALLING IN LOVE"
Com a gentil permissão da Princesa Dona Christine de Ligne de Orleans e Bragança (foto abaixo, sentada ao lado de Dom Antônio João de Orléans e Bragança e com a família imperial), temos a grande satisfação de compartilhar este vídeo encantador de sua filha, a Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança (tema da nossa matéria) cantando e tocando ao violão a música “Can’t Help Falling In Love” (“Não posso evitar me apaixonar”, em tradução livre para o português), do cantor estadunidense Elvis Presley (1935-1977).
Utilizando-se do aplicativo “Acapella”, a Princesa Dona Maria Gabriela aparece simultaneamente cantando e interpretando a clássica música do “Rei do Rock” (uma vez mais, a Monarquia aparece como sinônimo de excelência!). Durante o presente período de quarentena e isolamento social, temos certeza de que será esta uma distração muito bem-vinda para todos os monarquistas e amigos da Família Imperial Brasileira.
Quarta na linha de sucessão ao Trono e à Coroa do Brasil, Sua Alteza é a mais nova dos quatro filhos do Príncipe Dom Antonio e da Princesa Dona Christine de Orleans e Bragança. Presentemente, reside e trabalha em Lisboa, capital do Reino de Portugal, onde mantém estreito contato com o escola da realeza e da alta nobreza católica da Europa, o que certamente muito lhe ajudará a fazer um prestigioso casamento dinástico, de acordo com as tradições de nossa Família Imperial.
Exímia musicista, a Princesa Dona Maria Gabriela possui o raro “ouvido absoluto”, o que lhe permite identificar e recriar uma dada nota musical mesmo sem ter um tom de referência.
Além do violão, Sua Alteza toca também piano, e participou do Coro das Meninas Cantoras de Petrópolis e do Coral da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, onde em 2012 se formou em Comunicação Social. Nas horas vagas, costuma visitar hospitais, onde canta para os doentes.
Texto: Tchê Notícias Fotos: internet e arquivo CULTURARTE Pesquisa: Pery Salgado (jornalista)
com autorização da Casa Imperial do Brasil Realização: PR PRODUÇÕES
A vida parece correr cada vez mais depressa. A gente trabalha, resolve problemas, tenta dar conta de tudo… e quando percebe, o tempo foi quase todo gasto apenas sobrevivendo.
Nas poucas horas livres, o cansaço é tão grande que quase não sobra energia para viver de verdade.
Mas é nesses momentos simples que o coração encontra descanso: um passeio sem pressa, o riso de um filho, o vento batendo no rosto, o silêncio bonito de uma paisagem.
Pequenos instantes que parecem simples, mas viram lembranças para a vida inteira.
Que a gente não esqueça de viver o que é leve, de respirar fundo, de olhar ao redor e perceber o que a vida ainda tem de bom.
Porque, no fim, não são as horas de trabalho que ficam… são os momentos de amor, de presença e de beleza que guardamos dentro de nós.
Fotos e texto: Angélica Rodolfo (fotógrafa e servidora pública municipal) Realização: PR PRODUÇÕES
A modelo Cristina Pérez Galcenco, filha do ex-jogador de futebol espanhol Nacho Pérez, morreu aos 21 anos.
A informação foi divulgada pela imprensa espanhola nesta semana.
Segundo o jornal ABC, o corpo da jovem foi encontrado no dia 3 de fevereiro em sua residência em Caleta de Vélez, na província de Málaga, onde ela havia se mudado para estudar.
A morte foi confirmada pela Pasarela Campoamor, que publicou imagens de Cristina desfilando em uma homenagem nas redes sociais.
De acordo com as autoridades, apesar de estranha a morte de uma modelo tão jovem não foram encontrados sinais de violência ou marcas no corpo, e a principal hipótese considerada até o momento é a de morte por causas naturais.
O jornal britânico Mirror destacou que Cristina, natural de Lanzarote, era vista como uma promessa da moda internacional.
Ao longo da carreira, desfilou em cidades como Madri, Milão, Londres e Paris.
Graciela Suárez, diretora da Pasarela Campoamor, afirmou estar “devastada” com a morte da jovem. Cristina participou de eventos como a Semana de Moda de Madri, foi rosto de campanhas publicitárias para marcas como Stradivarius e chegou a apresentar coleções de grifes como Versace e Louis Vuitton.
D. Pedro II e D. Teresa Cristina permaneceram casados por 55 anos até a morte dela, em 28 de dezembro de 1889. Ele tinha mais de 1,90m, enquanto ela tinha quase 1,50m. Não foi exatamente amor à primeira vista. O jovem imperador de 18 anos precisava de uma consorte da realeza e apenas sua parente napolitana aceitou viajar ao Brasil para se unir a ele. D. Teresa era prima em primeiro grau tanto da finada imperatriz Leopoldina, por via paterna, quanto do finado imperador D. Pedro I, por via materna. O primeiro vislumbre da noiva veio através de um retrato pintado, o que fez com que o jovem soberano concordasse com o matrimônio.
O primeiro encontro do casal de imperadores ocorreu em 3 de setembro de 1843. Ao que parece, D. Pedro II se sentiu enganado pelo retrato de Teresa Cristina. Sua esposa era uma mulher baixa, sem muitos atrativos estéticos e, alguns dizem, manca. Mais tarde naquele dia, ele se queixou ao mordomo-mor, Paulo Barbosa e a d. Mariana, dizendo que fora enganado. Os dois preceptores do monarca, porém, confortavam-no dizendo que “casamentos de reis e imperadores eram negócios de Estado, não assuntos do coração. O contrato estava assinado, não havia como voltar atrás. Tivesse o monarca paciência e a afeição iria surgir” (CARVALHO, 2007, p. 52).
Com efeito, Alcino Sodré comentou que “nos primeiros dias o jovem desapontado deixara de ser aquele temperamento ensimesmado e lacônico para lastimar-se tristemente”. O descontentamento do jovem também não passou despercebido por sua esposa. Anos mais tarde, Teresa Cristina disse para sua filha, D. Isabel, princesa imperial, que chorou bastante, pois acreditava que o imperador não havia gostado dela. Apesar de tudo, a cidade celebrou durante nove dias de muita chuva o casamento do imperador e a chegada de sua nova imperatriz. Em todas essas celebrações, D. Pedro tentava disfarçar sua frustração.
Todavia, Paulo Barbosa e d. Mariana estavam certos: a afeição entre o casal logo surgiria. Para José Murilo de Carvalho, a união contribuiu para o amadurecimento de D. Pedro. “O menino tímido e pouco falante, que impressionava mal os diplomatas, tornou-se mais confiante e mais expansivo nas funções oficiais e na vida social” (2007, p. 52). No mesmo ano, D. Januária se casaria com o irmão de Teresa Cristina, o conde d’Áquila, enquanto Francisca havia se unido a Luís Felipe da França, o príncipe de Joinville. Não obstante, Teresa Cristina logo se mostrou uma boa companhia: gostava de leitura e música, paixões compartilhadas pelo imperador.
Uma vez Imperatriz, ela introduziu no Brasil a Ópera Italiana e o estudo da arqueologia. Em 1845, nasceria o primeiro filho do casal, Afonso, seguido um ano depois por Isabel, Leopoldina (1847) e Pedro Afonso (1848). Infelizmente, apenas as duas princesas sobreviveriam à idade adulta, o que abalou profundamente o casal de soberanos. Entretanto, de acordo com a tradição real portuguesa herdada pelo Brasil, as mulheres não estavam impedidas de ascender ao trono, de modo que a sucessão estava garantida através de D. Isabel. Assim, D. Pedro II cumpriu seu dever de Imperador e deu para os súditos uma mulher formidável, sua esposa, que seria chamada em vida de “a mãe dos brasileiros”.