terça-feira, 31 de março de 2026

FECHANDO O MÊS DAS MULHERES, VAMOS RELEMBRAR A HISTÓRIA DE CÁSSIA CRISTINA SANDES

 


A PR PRODUÇÕES através do CULTURARTE vem homenagear nossas lindas e valorosas mulheres (de todas as classes sociais, profissões, idades...) no mês que é dedicado à elas (o que para o jornalista Pery Salgado, é um verdadeiro absurdo, pois segundo ele, a MULHER tem que ser homenageada e reverenciada TODOS OS DIAS DO ANO e durante toda a sua existência).


E durante todo o mês, falamos destas mulheres, contamos suas histórias, apresentamos seus pensamentos, suas lutas, suas dores e superações como sempre fizemos e continuaremos fazendo nos 21 anos do CULTURARTE e os anos que se seguirão.


Nesta última matéria do Mês das Mulheres trazemos para nossas leitoras uma das mulheres que mais desafios superou em sua existência. 


Mãe, avó, esposa, seu humano exemplar, que fez das suas dores, o caminho para reconstrução, mas o mais importante, ELA VEM SE PREOCUPANDO COM A RECONSTRUÇÃO DE OUTRAS MULHERES, sempre motivando através de suas publicações em suas redes sociais e em diversas matérias que já publicamos nas páginas do CULTURARTE. Com vocês, CÁSSIA CRISTINA SANDES.



Toda mulher tem histórias fantásticas em sua vida, de dores, derrotas, mas de superações, grandes conquistas e o CULTURARTE, sempre deu luz e voz à todas essas mulheres que nos inspiram, que servem de exemplo e motivação para outras pessoas, principalmente para outras mulheres.

Hoje, vamos conhecer a história de Cássia Cristina Felix de Oliveira Sandes (50), de tradicional família maricaense, filha de Osvaldino Felix de Oliveira e de D. Marilda Cardos de Oliveira e neta do ex-prefeito e vereador de Maricá - Sr. Waldomiro Felix de Oliveira e de D. Alda Anízio Oliveira).

Cássia, passou por várias adversidades, culminando com um terrível câncer (onde chegou a pesar 30 quilos), mas que Deus iluminou sua cura e hoje, se vê resplandecente, vivendo momentos lindos e mágicos em sua vida e participando de um projeto magnífico (onde foi a pioneira, abrindo portas para outras mulheres) de valorização do ser.

Com segundo grau completo, é crocheteira (artesã de crochê) e já atuou como Cabeleireira. Moradora do bairro da Mumbuca, é casada com Wanduir Jorge Vera desde dezembro de 2002 (22 anos de muito amor, respeito, companheirismo e muita cumplicidade, essenciais nos relacionamentos), tem uma filha do seu primeiro casamento com Fábio (falecido), um enteado deste primeiro casamento e uma filha da sua segunda união (com Wanduir).

CULT: Obrigado por nos conceder esta oportunidade de mais uma vez falar de você, da sua vida, sua história. Você que faz parte de uma tradicional família maricaense, o que teria a falar de sua infância em Maricá?

CÁSSIA: Agradeço à vocês do CULTURARTE mais uma vez pelo espaço (estava com saudades) e é uma alegria, um prazer compartilhar minha história. Minha infância em Maricá foi mágica. Cresci cercada pela natureza, entre verdes e lagoas. Era um tempo em que as brincadeiras ao ar livre, como pique-esconde e bandeirinha, faziam parte do nosso dia a dia. Era um ambiente de comunidade, onde todos se conheciam e as amizades eram profundas. Tive realmente uma infância linda e cercada de cuidados pela minha família.

CULT: Belas lembranças, mas na sua juventude começaram seus desafios. Pode nos contar sobre a tempestade que enfrentou aos 18 anos?

CÁSSIA: Claro. Foi um momento difícil, fui diagnosticada com eclampsia durante a minha primeira gravidez, o que trouxe muita incerteza. Foi um teste de fé. Mas, com coragem e orações, superei. Minha filha nasceu saudável, e aquele amor deu força para enfrentar tudo.

CULT: Superado esse primeiro desafio, sua vida seguia normal até que aos 27 anos você falou que passou por outro grande obstáculo!?

CÁSSIA: Sim, foi um período muito doloroso que mexeu muito comigo. Perdi meu primeiro marido de forma precoce e me vi viúva, com uma filha pequena e um enteado. Enfrentei muitas dificuldades, mas meu amor pelos meus filhos foi meu combustível. O apoio de Deus e o trabalho me ajudaram a superar e encontrar um novo companheiro, que trouxe respeito e amor verdadeiro à minha vida.

CULT: No nosso papo inicial, você disse que encontrou seu grande amor, em dezembro de 2002 se casou com Wanduir (seu grande companheiro e motivador) e em 2005 teve um momento de grande alegria. Pode compartilhar essa bênção conosco?

CÁSSIA: Com certeza, foi um momento mágico em minha vida, o nascimento da minha segunda filha, um verdadeiro presente de Deus. Minha gestação desta vez foi tranquila, serena, cheia de fé e minha filha trouxe união à nossa família e renovou nossa esperança.

CULT: Mas apesar de tudo indo aparentemente bem em sua vida, em 2018, você enfrentou outra batalha. Pode nos contar?

CÁSSIA: Sim, fui diagnosticada com um problema grave de saúde que nos abalou profundamente. Foi uma luta difícil, mas Deus colocou profissionais maravilhosos no meu caminho. Após uma cirurgia longa e complexa, consegui me curar. Cheguei a pesar 30 quilos, mas hoje, celebro essa vitória com muita gratidão.

CULT: Superado mais esse grande problema e desafio, como  você enxerga sua trajetória?

CÁSSIA: Enxergo como uma missão. Cada desafio que enfrentei moldou quem sou hoje. Vivo um dia de cada vez e me encontrei em um projeto magnífico, de uma mulher magnífica chamada Iracema Nobre (foto abaixo).

CULT: Fiquei sabendo deste lindo projeto e isso que me fez na verdade chegar até você. Fale sobre o projeto!

CÁSSIA: Estou envolvida em projetos que ajudam outras mulheres. Chama-se "Olhares de Resiliência". Frequentando a academia, conheci a Iracema, autora do projeto e ela, ouvindo minha conversa com amigas de academia, me chamou, explicou sobre o projeto e achei muito interessante, disse que queria sim participar. 

Cheguei em casa, conversei com meu marido que sempre me incentiva muito, ele também achou o projeto magnífico, e fui participar, sendo a primeira mulher do projeto, na verdade, abrindo às portas para que outras mulheres pudessem vir participar deste "Olhares de Resiliência". 

A responsável pelo projeto é a terapeuta Iracema Nobre, que virou uma grande amiga. Ela fez as fotos, criamos os momentos, as situações e o ensaio ficou perfeito e a mensagem de superação magnífica, tanto é que você chegou à nós!

CULT: É verdade, mas além de ter fazer bem, qual o grande objetivo de participar deste lindo projeto?

CÁSSIA: Meu objetivo é ser um farol para quem precisa, mostrando que, com fé e coragem, é possível superar qualquer obstáculo.

CULT: Parabéns, fico feliz em ouvir isso. Que mensagem você gostaria de deixar para as pessoas que acompanham sua história e as que estão tendo oportunidade de te conhecer agora?

CÁSSIA: Que nunca percam a fé. Cada mulher carrega dentro de si uma força divina. Por mais difíceis que sejam as batalhas, Deus nunca nos esquece. Sigam em frente com amor e determinação, pois as dificuldades podem ser superadas, e a vida sempre nos reserva algo extraordinário.

CULT: Mais uma vez parabéns e nossos agradecimentos por contar sua história para nossos leitores. Como dissemos no convite que fizemos à você, sua história inspirará outras pessoas, principalmente outras mulheres e nossas jovens, tão carentes de bons exemplos de vida. Você é um exemplo de coragem e fé para todos nós, e grande motivadora para todos.

CÁSSIA: Eu que agradeço a oportunidade que vocês me deram de poder contar minha história. Agradeço à todos por tudo que superei, por tudo que conquistei, agradeço meu marido (grande amor, cumplice, companheiro e motivador) e meus filhos por tudo. Um grande beijo aos leitores do CULTURARTE.









segunda-feira, 30 de março de 2026

FILOSOFIA DA VIDA: 'quem realmente pode nos machucar?'


A PR PRODUÇÕES através do CULTURARTE vem homenagear nossas lindas e valorosas mulheres (de todas as classes sociais, profissões, idades...) no mês que é dedicado à elas (o que para o jornalista Pery Salgado, é um verdadeiro absurdo, pois segundo ele, a MULHER tem que ser homenageada e reverenciada TODOS OS DIAS DO ANO e durante toda a sua existência).


E durante todo o mês, falamos destas mulheres, contamos suas histórias, apresentamos seus pensamentos, suas lutas, suas dores e superações como sempre fizemos e continuaremos fazendo nos 21 anos do CULTURARTE.


Nesta penúltima matéria em homenagem aos Mês das Mulheres trazemos para nossas leitoras mais uma reflexão, desta vez sobre a FILOSOFIA DA VIDA, e quem realmente pode 'machucar você!'.


"Aprenda uma coisa: felicidade não está relacionada a agradar os outros e menos depende da aprovação de ninguém.


Felicidade diz respeito a sentir-se bem consigo mesma, amar sua própria companhia...


Ter ao seu lado pessoas que acrescentem e seguir sempre adiante, sem se preocupar com a opinião alheia.


E entenda de uma vez por todas: 'Os únicos que podem nos machucar... 


... são os sapatos (de preferência aqueles que te deixam altivas, exuberantes, em cima do palco!!!)


porque mesmo nos machucando, nos deixam LINDAS!


O resto... JAMAIS!!!

Compilação de textos: Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES





domingo, 29 de março de 2026

GISELE MARQUES DÁ O 'PONTA PÉ' INICIAL AO 'PROJETO ÁGUIA' NA REUNIÃO DO CCS MARICÁ EM PONTA NEGRA (vídeo)


A PR PRODUÇÕES através do CULTURARTE vem homenagear nossas lindas e valorosas mulheres (de todas as classes sociais, profissões, idades...) no mês que é dedicado à elas (o que para o jornalista Pery Salgado, é um verdadeiro absurdo, pois segundo ele, a MULHER tem que ser homenageada e reverenciada TODOS OS DIAS DO ANO e durante toda a sua existência).

E durante todo o mês, falamos destas mulheres, contamos suas histórias, apresentamos seus pensamentos, suas lutas, suas dores e superações como sempre fizemos e continuaremos fazendo nos 21 anos do CULTURARTE.

Nesta matéria trazemos para nossas leitoras uma das mulheres mais inteligentes que conhecemos na nossa jornada. Mãe, avó, esposa, profissional exemplar, que fez das suas dores, o caminho para reconstrução, mas o mais importante, ELA VEM SE PREOCUPANDO COM A RECONSTRUÇÃO DE OUTRAS MULHERES. Com vocês, GISELE MARQUES.

Na noite da terça feira 24 de março, na reunião mensal do CCS Maricá (Conselho Comunitário de Segurança ligado ao ISP - Instituto de Segurança Pública do governo do estado do Rio de Janeiro), na quadra poliesportiva de Ponta Negra, foi dado início oficialmente ao 'Projeto Águia'  criado e desenvolvido pela Técnica de Enfermagem, Socorrista, estudante de Direito e Modelo, Gisele Marques.

Na reunião que contou com a presença da secretária de Políticas e Defesa dos Direitos das Mulheres - Ingrid Caldas Pereira de Almeida Bastos, da presidente do CCS Maricá - Anna Maria Quintanillha, do subcomandante da 6ª Cia do 12º BPM - Tenente Barreira, do Inspetor Nascimento e da Inspetora Glaudely (ambos da Guarda Municipal de Maricá e do jornalista Pery Salgado (jornal Barão de Inohan e Informativo CULTURARTE), apoiador e grande incentivador do Projeto Águia, Gisele pode apresentar a essência do projeto que vem auxiliar mulheres vítimas de violência e de diversos outros problemas pessoais, em sua caminhada.

Boa noite a todos.

Primeiramente gostaria de agradecer ao Conselho Comunitário de Segurança pela oportunidade de estar aqui participando deste encontro tão importante para a nossa comunidade.

Eventos como esse são fundamentais porque aproximam a população, os comerciantes e as autoridades, criando diálogo e fortalecendo a segurança da nossa cidade.

Meu nome é Gisele.

Sou técnica de enfermagem, estudante de Direito e também mentora de um projeto social chamado Projeto Águia.

Esse projeto nasceu da minha própria história de superação e da vontade de ajudar outras mulheres a reconhecerem seu valor e reconstruírem suas vidas.

O Projeto Águia é uma iniciativa social voltada ao fortalecimento emocional e à conscientização de mulheres.

Dentro do projeto trabalhamos temas como:

- amor próprio

- inteligência emocional

- prevenção de relacionamentos abusivos e

- conscientização sobre violência contra a mulher.

A ideia é ajudar mulheres a desenvolverem força emocional, informação e autonomia para tomarem decisões mais seguras em suas vidas.

Quando falamos de segurança pública, muitas vezes pensamos apenas em policiamento.

Mas também precisamos olhar para as violências que acontecem dentro das casas e que muitas vezes permanecem invisíveis.

Relacionamentos abusivos muitas vezes começam de forma silenciosa.

- Com controle.

- Humilhações.

- Manipulação emocional.

E quando esses sinais não são reconhecidos ou denunciados, podem evoluir para situações muito mais graves.

Feminicídio e informação

Infelizmente o feminicídio ainda é uma realidade no nosso país.

Por isso é fundamental que as mulheres tenham informação sobre seus direitos e saibam que existem caminhos de apoio e denúncia.

Informação salva vidas.

E quanto mais a comunidade fala sobre esses temas, maior é a chance de prevenir situações de violência.

Importância da comunidade

A segurança pública também depende da participação da sociedade.

Quando moradores, comerciantes e autoridades se unem para dialogar e buscar soluções, toda a comunidade se fortalece.

Quero deixar uma reflexão:

Segurança também começa com consciência, informação e apoio.

Quando uma mulher conhece seus direitos e se fortalece emocionalmente, ela tem mais condições de romper ciclos de violência e reconstruir sua vida.

E esse também é um dos objetivos do Projeto Águia.

Muito obrigada pela oportunidade e pela atenção de todos.


QUEM É GISELE MARQUES?

Nascida em 18 de janeiro de 1990, em Maricá (RJ), Gisele Marques(36) é cria do bairro de Guaratiba, onde construiu sua base de vida e valores. É casada, mãe de Bianca Marques Pimentel Augusto (18 - foto abaixo), de Ivan Marques da Costa (8), e de Júlio Cesar Marques de Freitas, de 1 ano, além de avó de uma menina de 8 meses, carregando em sua história a força de uma mulher que vive múltiplos papéis com responsabilidade e propósito.


Formada como técnica de enfermagem em 2017 pelo Curso ITENS, em Maricá, e como socorrista pela CURSOSCOR, em Niterói, em 2018, iniciou sua atuação na linha de frente da saúde em 2020, no Hospital Municipal Conde Modesto Leal.


Durante o período crítico da pandemia, em 2021, atuou no Hospital Municipal de São José do Imbassai, com vivência direta no CTI em meio ao COVID-19, além de também ter trabalhado no enfrentamento da pandemia no hospital de Itaboraí, na tenda exclusiva para atendimento de pacientes com COVID.


Sua trajetória também inclui experiências em concursos (alguns da PR Produções), vividos em momentos marcantes da sua vida, embora não tenha seguido carreira na área de modelo.


Com personalidade firme e posicionada, Gisele define seu estilo como uma extensão da sua identidade: prefere roupas que transmitam força, elegância e presença, com predominância pela cor preta. No dia a dia, valoriza o essencial — gosta de comida simples, quente e pronta, tem preferência por Coca-Cola Zero e se considera do “time da paz”.


Conectada com informação e crescimento pessoal, prefere a internet para se manter atualizada e os livros para aprofundar conhecimento.


SONHOS E DESEJOS

Hoje, seu maior propósito está no PROJETO ÁGUIA, uma iniciativa que nasce da sua própria história de superação. Seu objetivo é criar um espaço real de acolhimento, reconstrução e fortalecimento emocional para mulheres que enfrentam dificuldades emocionais, relacionamentos abusivos e falta de apoio.


RECADO PARA TODAS AS MULHERES

Como mensagem final, Gisele deixa um recado direto para outras mulheres: "Ninguém nasceu para viver presa na dor. Acredito na reconstrução, no posicionamento e na força interior que toda mulher pode desenvolver — e afirmo que, enquanto algumas ainda não conseguem caminhar sozinhas, o Projeto Águia existe para ser apoio nesse recomeço.

Contem comigo e com o PROJETO ÁGUIA. E agradeço o apoio que tenho recebido do jornalista Pery Salgado e a da PR PRODUÇÕES. Um beijo à todas!"


PROJETO ÁGUIA

Abaixo, Gisele explica como nasceu o PROJETO ÁGUIA.

"O Projeto Águia nasceu da dor… mas principalmente da decisão de não permanecer nela.

Eu não falo de algo que eu ouvi ou estudei apenas. Eu falo do que eu vivi. Já passei por momentos em que me perdi de mim mesma, em que o amor próprio deixou de existir e eu já não me reconhecia mais. 
Vivi situações que me calaram, que me fizeram duvidar da minha própria força.


E, ao mesmo tempo, trabalhando como técnica de enfermagem e socorrista, eu sempre estive muito próxima da dor do outro. Vi pessoas lutando pela vida, vi famílias sofrendo, vi o quanto a vida pode ser frágil… e isso me despertou ainda mais.

Mas foi quando comecei a ajudar mulheres de forma voluntária que tudo fez sentido. Eu comecei a ouvir histórias… e percebi que muitas delas eram parecidas com a minha. Mulheres fortes, mas emocionalmente presas, anuladas, vivendo em silêncio. 
Foi ali que eu entendi: a minha dor tinha um propósito!!!


O Projeto Águia nasceu nesse momento de consciência. A águia representa exatamente o que eu vivi: o processo de dor, de perda, de reconstrução… e de renascimento. Porque a águia, quando precisa, se retira, enfrenta o próprio processo e volta ainda mais forte.

Hoje, o Projeto Águia é mais do que um projeto. É um chamado. É sobre despertar mulheres, devolver identidade, reconstruir o amor próprio e mostrar que é possível recomeçar.


Eu não ensino nada que eu não tenha vivido.
Eu apenas transformei a minha dor em ponte… para que outras mulheres não precisem se perder tanto quanto eu me perdi."

Para saber mais sobre o PROJETO ÁGUIA, entre em contato com Gisele Marques, através do número 21 98336-1657


Textos e fotos: Gisele Marques (técnica de enfermagem, socorrista, estudante de direito e modelo)
Matéria, pesquisa e vídeo: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES