Solitude não é falta… é escolha.
É o momento em que você aprende a gostar da própria companhia sem precisar de distração para se sentir completo.
E é aí que tudo muda. Porque amor próprio deixa de ser discurso e vira filtro.
Você começa a perceber o que te faz bem, o que te desgasta e o que não aceita mais.
Responsabilidade afetiva entra nesse nível: não é só sobre ficar, é sobre saber sair sem ferir, sem deixar dúvida, sem confundir o outro.
E intensidade? Nunca foi exagero. Exagero é sentir pouco e chamar isso de suficiente.
Quem entende essas coisas começa a viver diferente.
Para de aceitar qualquer presença só para não ficar sozinho… e passa a escolher o que realmente faz sentido.
Texto e fotos: Simone Sigmaringa (modelo e criadora de conteúdo digital)
Diagramação: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR Produções
Diagramação: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR Produções














