segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Cadeirante participa de ensaio fotográfico para romper com a beleza imposta pela sociedade

 O ensaio é visto como uma maneira de trabalhar a autoestima


O convite foi despretensioso nas redes sociais. Mas Isamara Jaques Mendes, a Isa, de 26 anos, não se fez nem um pouco de desentendida e atendeu ao chamado do fotógrafo Saymon Dalazen. Bastou um pouco de conversa e no dia combinado, a tubaronense protagonizou a sua história na frente de uma máquina fotográfica, em um estúdio fotográfico.

Ela conta que já conhecia o trabalho do artista e ficou bem à vontade na realização do trabalho. “Foi incrível. Não tive vergonha em nenhum momento, ainda não tinha feito nenhum tipo de ensaio e quando recebi esse convite fiquei muito feliz, pois estava realizando mais um sonho. Amei demais fazer as fotos e quero fazer mais. Quando você olha o resultado enxerga uma pessoa poderosa, você vê uma beleza que as vezes no decorrer do dia a dia não nota isso”, enfatiza. 

O ensaio é visto como uma maneira de trabalhar a autoestima. Pode ser considerado como uma nova visão do cadeirante sobre si, no momento em que se sente mais ativo e incluído na sociedade. A ação gera uma reflexão sobre o preconceito.

Há 6 anos, Isa sofreu um acidente de moto e perdeu as duas pernas, neste período a jovem participou de algumas campanhas para comprar próteses para voltar a andar. “Graças a Deus estou viva, tive essa chance de sobreviver e estou aproveitando cada dia como posso. Passei por muitas fases nesses últimos anos. Ganhei peso e passei por uma cirurgia bariátrica. Meu corpo já passou por várias mudanças, mas nunca deixei de me amar, sempre busquei ir atrás dos meus sonhos e continuo, pois, acredito que com força de vontade não há nada que não podemos fazer”, assegura.

Quando se fala de representatividade, pessoas com deficiência ou que não fazem parte do padrão de beleza são constantemente deixadas de fora dos espaços de poder e representação. “O cadeirante pode se redescobrir com um novo talento. Normalmente, quando uma pessoa vai parar numa cadeira de rodas, ela tem sempre o pensamento negativo de que a vida parou. Esse trabalho traz ao cadeirante uma nova visão de si mesmo. Alguns vivem isolados e isso abre um novo horizonte”, analisa.

Dalazen afirma que o intuito dos ensaios é ajudar as mulheres a se notarem com outros olhos. “Como o nosso foco é voltado a mulheres reais, muitas das mulheres que vem em busca de um ensaio fotográfico estão com autoestima baixa ou precisando se empoderar”, assegura.

A ideia principal gera entorno de mostrar que toda mulher pode e deve se sentir linda e maravilhosa de sua maneira. A experiência com a Isa foi maravilhosa. Durante as sessões sempre tomamos cuidado em conversar com a modelo e conhecer as suas limitações, desejos e imperfeições. A partir disso, sabemos como o ensaio vai seguir. Ela tem um sorriso e faz uns ‘carões’ de dar inveja em qualquer mulher. Não tinha como dar errado”, constata Dalazen.




O MAIS COMPLETO LIVRO SOBRE A HISTÓRIA DE MARICÁ SERÁ LANÇADO NO GAM

 


Sábado, dia 18 de dezembro, Maricá receberá um grande presente de Natal. O livro que conta tudo sobre Maricá, da pré história aos tempos de petróleo e gás de Maria Luisete Furtado, será lançado  no GAM - Grupo de Artistas de Maricá, a partir das 14 horas. 

Alessandra Lambraki, presidente do GAM, convida amigos e apreciadores de uma boa leitura e das artes para a tarde de autógrafos, com a venda do livro, o mais completo sobre a história de Maricá.

Maria Luisete Furtado autora da obra o espera em tarde de autógrafos e desde já agradece sua presença.

O GAM fica localizado na Rua Álvares de Castro 1277 Araçatiba.




domingo, 28 de novembro de 2021

"Ela sabe que sua essência carrega o quanto é especial" por Fernanda Brasil


Que tentem as más línguas difamá-la 
Que desacreditem na sua garra
Pois ela virá calar todos aqueles que um dia
Tentaram fragilizá-la


Sua força é única, 
Sua beleza é clara
Seu olhar é quente,
Seu corpo exala a vontade incessante de praticar seus talentos
E deixar sua marca


Ela não precisa de ninguém 
Sabe que sua essência carrega o essencial
O que é necessário para que conquiste seus sonhos
E mostre à todos, o quanto é especial.


Texto: Fernanda Brasil
Modelo: Fernanda Brasil, técnica de enfermagem, estudante de Perícia Criminal, Musa da Região dos Lagos, Macaé e Campos 2021, Garota da Capa 2021 e Bruxinha do Barão 2021
Fotos, Make e Produção: Fernanda Brasil
Realização: PR PRODUÇÕES




OS SEGREDOS DA MULHER DE "QUASE" 60 com Célia Regina Coimbra


Nós aqui do CulturarTEEN (CULTURARTE), volta e meia publicamos textos sobre belas mulheres, motivadores que servem de exemplo e estímulo para outras mulheres, independente de idades.

Já fizemos textos também sobre as mulheres de quase 40, de 40, de quase 50, de 50, de quase 60 e da idade que for, deixando claro que a vida começa quando nós queremos.

Hoje, trazemos mais um texto, mais um homenagem da querida Célia que está completando 59 anos muito bem vividos, cheia de saúde, alegria (tropeços, dores, mas muita superação) e conquistas, literalmente um grande exemplo a ser seguido. Ela sim, é mais uma adepta da frase "A VIDA COMEÇA QUANDO NÓS QUEREMOS". Parabéns para Célia e para todas as mulheres de quase 60, que chegam a essa linda idade parecendo meninas, no corpo e na alma.

"59 anos, fechamento de mais um ciclo de vida!!  

Estou mais vibrante do que nos 40 e nos 50. Estou próxima dos 60 anos e muito longe dos 15, 20, 30 anos...

Não sou tão diferente, mas tenho formas de viver a minha vida que não se compara às todas outras pessoas.

Cada um tem a sua individualidade e com isso somos seres com impressões digitais diferentes.

Nada se repete, algo vem um pouco diferente do que a primeira vez.

Me olho no espelho e reflito sobre rugas, cabelos brancos e entendo que eles não me mudaram.

Mudei de opinião, de conceitos, já troquei de situação, mas esqueci de mudar de tática e acabei cometendo os mesmos erros.

Erros com vitórias, eu estou evoluindo a cada dia. Não mudaria nada, não voltaria ao passado para mudar nada, porque não posso mexer nas regras da vida.

Posso ser difícil de lidar, mas o lado  boazinha tem que vencer quase sempre.

Até aqui eu agradeço aos amigos, minhas filhas, netas e o meu pequenino neto. 

Agradeço a Deus e a espiritualidade por vencer cada ano, cada ciclo. 


Namastê
Gratidão 
Axé 
Obrigada 
Amém


Célia Regina, uma mulher (vitoriosa) de quase 60




sábado, 27 de novembro de 2021

SUPERAÇÃO: Com 57% do corpo queimado, esta mulher dá uma lição de autoestima

 


Depois de ficar cheia de marcas de queimadura causadas pelo seu pai, Amanda encontrou uma forma de voltar a amar o próprio corpo

Sabe quando você acorda e não gosta do que vê no espelho? O cabelo não se ajeita, a pele não está muito legal, as roupas não servem direito…

Tem dias em que é difícil manter a autoestima lá em cima mesmo, a gente sabe. Contudo, precisamos admitir: muitas vezes, acabamos fazemos um drama desnecessário, não é verdade?

Claro, ninguém gosta de lascar o esmalte ou perceber que está com uma espinha, mas, quando olhamos ao nosso redor, podemos perceber que algumas vezes nossos problemas são muito pequenos.

E isso acontece principalmente quando nos deparamos com histórias como a de Amanda Carvalho, uma mulher de 21 anos que teve 57% do seu corpo queimado ao tentar salvar a própria mãe do fogo – que havia sido ateado pelo pai.

Um crime bárbaro e uma atitude heroica

Os pais de Amanda foram casados por mais de 20 anos. O pai dela sempre havia sido muito ciumento e agressivo, tendo batido em sua mãe muitas vezes. Até que, em 2014, eles finalmente se separaram.

Na manhã do dia 9 de dezembro daquele ano, Amanda estava conversando com sua mãe quando seu pai invadiu a casa e ateou fogo na ex-mulher. Ao ver a mãe em meio às chamadas, Amanda tentou tirá-la de lá desesperadamente. Com isso, a gasolina que seu pai havia jogado a atingiu também.

Amanda relata que correu para o banheiro e não se lembra de mais nada. Com 57% do corpo queimado, ela permaneceu um mês na UTI e mais dois meses no quarto do hospital. Sua mãe, infelizmente, não resistiu às queimaduras em 80% do corpo. O pai dela se enforcou.

Orientadas pela equipe médica, as três irmãs de Amanda diziam apenas que sua mãe estava internada em estado muito grave, até o dia em que a verdade foi revelada. Amanda, porém, conta que sempre soube o que havia acontecido, mas gostaria que alguém lhe confirmasse.

Culpa e vergonha

As marcas do fogo traziam lembranças muito tristes para Amanda, mas ela conta que tudo era ainda pior porque sua mãe havia falecido. Amanda iniciou um tratamento em um centro especializado em queimados com o objetivo de recuperar sua pele, e aos poucos ela retomou suas atividades do dia a dia.

Entretanto, ela se sentia culpada pelo que havia acontecido, pensando que poderia ter feito alguma coisa a mais para salvar sua mãe. Com o acompanhamento psicológico, porém, Amanda foi percebendo que nada daquilo era culpa dela – inclusive, as cicatrizes provavam que ela havia lutado bravamente e feito tudo o que podia.

Essas marcas de queimadura, contudo, eram fonte de grande vergonha para Amanda. Ela evitava passar em frente de espelhos e não usava camisetas de manga curta. Para não atrair olhares e não encorajar as pessoas a fazerem perguntas, Amanda evitava fazer contato visual e chegava a fingir que era surda.

A aceitação por meio da fotografia

Depois de muito sofrimento, Amanda foi se dando conta de que deixar de se amar era prejudicial apenas para si mesma. Essa atitude não afetava mais ninguém. Por causa disso, ela começou a sair de casa mais confiante, usando roupas mais curtas, e passou a enfrentar o espelho todos os dias, até aceitar seu corpo.

Amanda conta que, um dia, viu um ensaio de nu artístico que uma de suas professoras do cursinho havia feito. Ela conversou com a professora, que a colocou em contato com o fotógrafo.

Ele se interessou pela história de Amanda e quis fotografá-la. Ao ver suas fotos prontas, Amanda se emocionou e passou horas olhando para elas. Outros ensaios se seguiram a este e, dessa forma, a fotografia se tornou parte do processo de autoaceitação.

Amanda decidiu publicar suas fotos no Instagram e, com o passar do tempo, começou a receber mensagens de outras meninas, que falavam sobre a aceitação do próprio corpo. Com isso, Amanda conseguiu transformar a vergonha de suas cicatrizes em orgulho e amor.

O trauma pelo qual Amanda passou foi muito doloroso e ela mesma diz acreditar que nunca vai aceitar o que aconteceu. Porém, ela conseguiu voltar a amar seu próprio corpo e transformou suas cicatrizes em um escudo. Uma lição de autoestima e autoaceitação que podemos levar para a vida toda.





sexta-feira, 26 de novembro de 2021

"Não posso e nem quero ser aquilo que os outros desejam"

 


Eu sou assim

Um pedacinho bom

Outro ruim.

Ninguém é perfeito

E comigo não seria diferente.

Cometo acertos e erros

Mas são esse erros que me faz ser única.

Busco sempre melhorar

Mas não tolero essa história

de fazer as coisas só para agradar.

Sou o que sou

Sou quem sou

Não posso e nem quero

ser aquilo que os outros desejam.

Quero viver do meu jeito

Traçar meu próprio caminho

Quero no final de tudo

Poder dizer que vivi e fui feliz

Sorri e chorei...

Mas com as escolhas que eu fiz.



D. PEDRO II: O VERDADEIRO BRASILEIRO. Como precisamos de mais Dom Pedros!!!


 Quando Pedro II do Brasil subiu ao trono em 1840, 92% da população brasileira era analfabeta, em seu último ano de reinado em 1889, essa porcentagem diminuiu para 60%, devido ao seu grande incentivo a educação, a construção de Faculdades e principalmente de inúmeras Escolas que tinham como modelo o excelente Colégio Pedro II.

A bandeira nacional brasileira tem entre as cores o verde e o amarelo pois a mãe de Pedro II do Brasil, a Imperatriz Leopoldina idealizou e costurou a primeira bandeira nacional sendo o verde a cor símbolo da casa real dos Bragança e o amarelo da casa real dos Habsburgo. Diferentemente como muitos pensam o verde não representa as matas e o amarelo não representa o ouro.

Pedro II do Brasil é Patrono do Corpo de Bombeiros e da Astronomia .

A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as próprias refeições diárias da família imperial.

Inclusive foi Dona Teresa Cristina que inventou a tão popular coxinha brasileira . De experimentos na cozinha para agradar os netos ainda crianças, nasceu o salgado envolto de massa fina e recheado com frango desfiado temperado com queijo derretido. Foi um grande sucesso desde a primeira fornada na pequena cozinha da mansão de veraneio em Petrópolis.

Em 1871, a Imperatriz Teresa Cristina doou todas as suas joias pessoais para a causa abolicionista, deixando a elite furiosa com tal ousadia. No mesmo ano A Lei do Ventre Livre entrou em vigor, assinada por sua filha a Princesa Imperial Dona Isabel.

(1880) O Brasil era a 6º Economia do Mundo.

(1860-1889) A Média do Crescimento Econômico era de 8,81% ao Ano.

(1880) Eram 14 Impostos, atualmente são 198.

(1850-1889) A Média da Inflação era de 1,02% ao Ano.

(1880) A Moeda Brasileira tinha o mesmo valor do Dólar e da Libra Esterlina.

(1880) O Brasil tinha a Quarta Maior e Melhor Marinha do Mundo. Perdendo apenas para Inglaterra, França e EUA.

(1860-1889) O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.

(1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de Ferro do Mundo, com mais de 28 mil Km.

1. A média nacional do salário dos professores estaduais de Ensino Fundamental em (1880) era de R$ 12.958,00 em valores atualizados. (Ensino Fundamental)

2. Entre 1850 e 1890, o Rio de Janeiro era conhecido na Europa como “A Cidade Dos Pianos” devido ao enorme número de pianos em quase todos ambientes comerciais e domésticos.

3. O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel.

4. O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani” foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.

5. Pedro II tinha o projeto da construção de um trem que ligasse diretamente a cidade do Rio de Janeiro a cidade de Niterói. O projeto em tramito até hoje nunca saiu do papel.

6. Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Dragões da Independência por achar desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir.

7. Em 1884, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.

8. Descontruindo boatos, D. Pedro II e o Barão Visconde de Mauá eram amigos e planejaram juntos o futuro dos escravos pós-abolição. Infelizmente com o golpe militar de 1889 os planos foram interrompidos.

9. Oficialmente, a primeira grande favela na cidade do Rio de Janeiro, data de 1893, 4 anos e meio após a Proclamação da República e cancelamento de ajuda aos ex-cativos.

10. Na época do golpe militar de 1889, D. Pedro II tinha 92% de aprovação da população em geral. Por isso o golpe não teve participação popular.

11. José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada “A Guarda Negra”. Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre , a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas.

12. O Paço Leopoldina localizava-se onde atualmente é o Jardim Zoológico

13. O Terreno onde fica o Estádio do Maracanã pertencia ao Duque de Saxe, esposo da Princesa Leopoldina (Filha mais nova de Pedro II).

14. Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel na Normandia, França. (Exílio) 1889-1921.

15. A ideia do Cristo na montanha do corcovado partiu da Princesa Isabel.

16. A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.

17. D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1846. 

Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 42 anos. 

O Parlamento sempre negava o projeto de lei, pois muitos tinham influências diretas ou indiretas com os grandes cafeicultores escravocratas. Se tratando de uma MONARQUIA CONSTITUCIONAL PARLAMENTARISTA, o imperador não tinha o poder para decretar leis sem aprovação da maioria do parlamento.

18. D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente.

19. A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.

20. D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.

21. D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo era fã assumido de Chiquinha Gonzaga.

22. Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.

23. Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.

24. Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista.

25. D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia em 1876 para a eleição Presidencial, devido sua popularidade quando presidiu a Feira Universal da Filadélfia (na mesma que ele ajudou Graham Bell com seu aparelho reprodutor da voz humana (telefone) a ganhar notoriedade e ficar mundialmente conhecido, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições.

26. Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos.

27. Pedro II fez um empréstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.

28. A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.

29. Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell fizeram teses em homenagem a Pedro II.

30. Pedro II acreditava em teoria de Allan Kardec e Dr. Freud, confiando o tratamento de seu neto Pedro Augusto. Os resultados foram excelentes deixando Pedro Augusto sem nenhum surto por anos.

31. D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exilio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.