segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

"Amante Universal" por Rev. Goddess Charmaine

 Amante Universal

Sou um com o Universo. Portanto, sou um com você.

Meu corpo está firmemente ancorado em seus Reinos Terrenos.

Portanto, sou um com você.

O céu se estende para sentir minha essência e me envolve em suas nuvens azuis.

Sou um.

Meu Domínio abrange o mundo e toda a criação se entrega ao êxtase por mim.

Somos um.

Meu paladar goteja e umedece meu templo em êxtases apenas sonhados por outros.

Você virá me conhecer? Você está presente ao meu chamado?

Você pode se elevar à profundidade de sua grandeza e se entregar completamente?

Pergunto apenas porque você é meu Amante Universal.

Bem-vindo(a)


A Reverenda Deusa Charmaine foi ordenada pelo New Seminary, uma escola de teologia inter-religiosa na cidade de Nova York. 

Ela é Mestra de Reiki, Mestra de Reiki Cristal, hipnoterapeuta certificada, aromaterapeuta formada e especialista em energia tântrica.

Seu trabalho energético se concentra principalmente no Xamanismo, tendo sido treinada por Kenneth Ray Stubbs no Caminho do Xamã Sexual em todos os níveis.

Confira também vídeos e fotos da Reverenda Goddess Charmine, acessando https://asgatasdoculturarte.blogspot.com/2025/12/reverenda-goddess-charmaine.html

Texto e fotos: The Sensuous Mystic Rev. Goddess Charmaine
Diagramação, tradução e adaptação: Pery Salgado (jornalista)
Realização: PR PRODUÇÕES





domingo, 7 de dezembro de 2025

MONIQUE MARQUES (a cantora NICK MARKS)

 Um pouco da minha história (Monique Marques)


Em entrevista exclusiva para o CULTURARTE, Monique Marques, a cantora NICK MARKS contou para nós, um pouco da sua vida, sua trajetória, seus sonhos e ao final deste depoimento, apresentamos um pouco do seu maravilhoso trabalho. Com vocês, a cantora e compositora Nick Marks.

"Meu estilo musical hoje é pagonejo, minhas referências musicais são Mariah Carey , Whitney Houston, Marília Mendonça, Cazuza, George Michael, Bruno Mars, eu fui em vários show de cantores do Brasil, que estavam na mídia na época nos anos 90 e sabia que ali era o meu lugar.

Decidi ser cantora nos anos 90. Comecei a cantar no grupo da mocidade na igreja, depois cantei no coral de escola do CIEP 476 (Elias Lazaroni em Duque de Caxias na Baixada Fluminense), depois cantei em bares e restaurantes e casamentos da minha cidade (Duque de Caxias).

Quem me incentivou cantar foi meu pai, ele viu o dom em mim e me botava pra cantar todo dia na sala, para alegrar os dias dele.

Corri atrás desse sonho que não é só meu, era do meu pai também, e realizei antes dele morrer no final de outubro passado, no dia 31 de enfisema pulmonar.

Realizei e consegui mostrar à ele e para mim que valeu a pena sonhar e que o trabalho dele de criar uma filha cantora se realizou, que não foi em vão.

Aqui finalizo dizendo que as maiores referências de dons musicais vocal pra mim foi meu pai e minha mãe. Ouvir eles cantando e dançando na minha casa felizes com aqueles som todos os dias me deu vontade de viver  cantando, foi dom, foi sentimento pela música, a música me escolheu e eu escolhi a música!!!"

Após o desenlace do seu querido pai, Monique enveredou para a música Gospel, onde com sua voz firme, clara e suave vem ajudando a passar a palavra de acordo com seus sentimentos.

Vamos conhecer um pouco do seu lindo trabalho, em todas as fases e acompanhe seus trabalhos pelo YouTube (https://www.youtube.com/@moniquemarques9011) e pelo Facebook https://www.facebook.com/moniqueemariana

E acompanhem também o lançamento álbum (OPEN BAR) MONIQUE MARQUES ano 2025 em todas plataformas digitais de streaming Spotify https://open.spotify.com/album/6JOyOZYSL3gAA0ugFOlaUT...












sábado, 6 de dezembro de 2025

D. PEDRO II, O CRIADOR DA FLORESTA DA TIJUCA


 Em 1844, após uma grande seca D. Pedro II do Brasil, propôs as desapropriações das lavouras de café e o plantio das áreas para salvar os mananciais do Rio. Em 1846, começaram as desapropriações de sítios cafeicultores a pedido do Imperador D. Pedro II. Em 1860 foram criadas a Floresta da Tijuca e a Floresta das Paineiras.

Projeto idealizado por D. Pedro II, que pretendia recuperar toda a área com um vasto reflorestamento, em nome das nascentes dos principais rios que abasteciam a cidade como seu grande gosto pela ecologia e estudo da botânica. 

Foi a maior recuperação ambiental de todo mundo no século XIX e a maior recuperação ambiental do Brasil até hoje.

Manuel Archer e Tomás da Gama, foram respectivamente seus administradores e, possivelmente, cerca de 1.000.000.000 bilhão de árvores sem ajuda de uma tecnologia não existente na época foram plantadas manualmente entre 1846 e 1860. De 1875 a 1888, o Barão Gastão H. de Escragnolle foi o responsável pela Floresta da Tijuca.

Após a proclamação da República em 1889 e até 1890, pouco se fez e a partir de 1890 ficou sob guarda do Ministério da Viação, posteriormente da Saúde e, depois, da Agricultura.

De 1943 a 1976, a parte da Floresta da Tijuca esteve sob a guarda e a fiscalização da Prefeitura do Distrito Federal, depois, do Estado da Guanabara e do Município do Estado do Rio. As demais florestas protetoras de mananciais permaneceram com o Ministério da Agricultura desde 1941 até a criação do Parque.

Talvez mais do que em qualquer outro Parque Nacional, no da Tijuca ressalta o reflexo sócio econômico que a vizinhança traz para o adensamento demográfico da urbe.

Possui cerca de 59,91 km², sendo o segundo menor Parque Nacional do Brasil. Porém o maior Parque ambiental Urbano do Mundo. A cidade do Rio de Janeiro é o único grande centro urbano que possui um parque florestal de dimensão nacional no mundo.

Porém sua fauna, flora e dimensões estão diminuindo a cada ano.

A urbanização desregrada, favelas, queimadas e desmatamento são os principais responsáveis pelo fim do Parque.

O Parque Nacional da Tijuca é atualmente apenas 36% da área original que D. Pedro II reflorestou.

Nas primeiras décadas de República a Floresta não recebeu nenhum tipo de cuidado e preservação.

Um dos fatos mais interessantes que explicam uma grande parcela dos 64% de Parque destruído foi a Proclamação da República em 1889.

Com a Abolição da Escravatura em 1888, onde citava que todo ex-escravo receberia uma ajuda de custo e benefícios do governo para começar sua nova vida de liberdade.

Entretanto devido a encargos e burocracias parlamentares esse tópico importante do processo da Abolição criada por Pedro II e assinada por Princesa Isabel foi adiado para um pouco mais de 1 ano após a Lei Áurea. Sendo que a Monarquia Parlamentarista foi derrubada em um Golpe Militar algumas semanas antes do plano de ajuda aos ex-escravos chegarem a suas mãos. Plano idealizado por D. Pedro II e sua filha Princesa Isabel, que inicialmente começaram com recursos próprios e suporte de amigos milionários da época como o Barão de Santa Vitoria e o Visconde de Mauá (que ao contrário do que muitos pensam, nunca foi inimigo da monarquia e muito pelo ao contrário, mesmo depois da falência manteve correspondências com Dona Isabel e D. Pedro II sobre os avanços abolicionistas).

Apenas 5 semanas dividiram o futuro daquelas pessoas e os nossos...

Isso resultou miséria, desigualdade social extrema e violência sem tamanho.

Os ex-cativos por toda a vida foram totalmente dependentes de seus donos, isso inclui alimento e moradia, sendo livres, essa dependência acaba tanto no lado monstruoso que foi a escravidão, mas também gerando novos problemas sociais que duram até os dias atuais.

Os negros libertos roubavam inicialmente para comer e para ter o mínimo de recursos para sobrevivência.

Estamos falando de uma época que ninguém daria emprego aos ex-escravos, principalmente pelo preconceito gerado de séculos de escravidão, onde até hoje percebemos vestígios.

A solução de moradia seriam lugares onde não fossem terras particulares e que estivessem próximas ao centro urbano para facilitar a procura e as chances de um emprego honesto ou até mesmo para os furtos.

As montanhas cercam e são extremamente próximas a cidade, eram áreas públicas, mas totalmente abandonadas no começo da República, lugar perfeito para a construção de pequenas moradias.

Não existiu nenhum controle por parte do governo a respeito das novas construções irregulares e muito menos a preocupação com quem iria habitá-las.

Os registros da cidade do Rio de Janeiro da Biblioteca Nacional deixam claro que as primeiras pequenas favelas surgiram justamente nesse período de transição do Império para a República.

Sem dúvida a degradação da Floresta da Tijuca seria muito mais branda se providências fossem tomadas naquela época.

Atualmente a população de milhões de pessoas residindo nessas terras impossibilitam a remoção das favelas e o reflorestamento da área.

Estudos do IHGB e FGV entre 1990 e 2010, concluíram que se o reinado de Pedro II ou a continuação de seus planos por sua filha Princesa Isabel tivessem mais 12 anos de duração, 87% das favelas e por consequência 60% da violência e tráfico de drogas não existiriam na cidade do Rio de Janeiro e provavelmente em outras grandes metrópoles que emergiam na época.

© EQUIPE PEDRO II DO BRASIL 

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

O PODER DO SILÊNCIO


"Quem precisa gritar, já perdeu. 
Quem precisa provar, já se ajoelhou."

O ignorante sobrevive do seu combustível: a sua reação.

E cada vez que você tenta “mostrar que tem razão”, você entrega exatamente o que ele queria: o seu poder!!!

Silenciar não é ser fraco. É fazer o outro implorar por atenção que nunca vai receber.

É esmagar o ego dele sem precisar mover um dedo.

Você é forte o bastante para vencer sem responder? Ou ainda precisa se justificar para quem nunca mereceu ouvir sua voz?

Já destruiu alguém só ficando em silêncio?

#SilêncioQueMata #ForçaMental #EstratégiaDeGuerreiro #PsicologiaReversa #MenteIndomável


Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista)
Imagens: arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES