A PR PRODUÇÕES através do CULTURARTE vem homenagear nossas lindas e valorosas mulheres (de todas as classes sociais, profissões, idades...) no mês que é dedicado à elas (o que para o jornalista Pery Salgado, é um verdadeiro absurdo, pois segundo ele, a MULHER tem que ser homenageada e reverenciada TODOS OS DIAS DO ANO e durante toda a sua existência).
E durante todo o mês, falaremos destas mulheres, contaremos suas histórias, apresentaremos seus pensamentos, suas lutas, suas dores e superações como sempre fizemos e continuaremos fazendo nos 21 anos do CULTURARTE.
Nesta matéria mostramos o quanto você pode ser 'tóxica' com você mesma sem sentir. Mas um dia, você acorda e ai, a vida muda literalmente!!!
A tóxica era eu — não porque eu ferisse alguém, mas porque me feri demais.
Porque eu era a rainha das segundas chances dadas a quem nunca mereceu a primeira.
Porque eu sempre ligava primeiro, sempre corria, sempre estendia a mão…
E sempre me deixava por último na minha própria fila de prioridades.
A tóxica era eu…
Por fazer pelos outros aquilo que ninguém, absolutamente ninguém, faria por mim.
Por acreditar em histórias mal contadas, em conversas inventadas, em gente que sabia mentir com a frieza de quem olha nos seus olhos e ainda ri por dentro da sua boa-fé.
Eu chamava isso de amor. Hoje sei que era abandono — o meu por mim mesma.
Até que um dia eu virei a chave.
E começou assim: eu me coloquei em primeiro lugar.
Simples. Brutal. Libertador.
E nesse exato instante eu virei a pior pessoa do mundo para aqueles que perceberam que não eram mais o centro do meu esforço.
Parei de correr atrás.
Aprendi a dizer “não” sem me desculpar por existir.
Devolvi a cada um o mesmo lugar que eles me davam na vida deles.
E quando tirei a venda… meu Deus!!!
Percebi que eu nunca tive o valor que eu insistia em dar aos outros.
Foi aí que o círculo se rompeu: uma a uma, as inutilidades emocionais foram caindo da minha vida — e como caiu coisa, viu?
Experimenta.
Tira o lixo afetivo da sua alma.
Isso serve para amores ruins, família exaustiva, vizinhos tóxicos, amigos que só te procuram quando convém.
Aplique o “eu primeiro” sem medo!
E prepare-se: você vai virar a vilã da história de muita gente que se beneficiava do seu cansaço.
Mas quer saber?
Ser a vilã dos outros finalmente me fez ser a protagonista de mim, e ai eu vi meu tamanho, minha grandeza, meu amor!!!
Eu renasci!!!
Texto adaptado: Pery Salgado (jornalista)
Modelo: Donna Sanchez
Realização: PR PRODUÇÕES




















