E nem todo corpo fora do padrão é sinônimo de descuido.
O que a comparação não mostra são os bastidores:
- Sacrifícios que nem todo mundo consegue — ou precisa — sustentar
- Metas irreais criadas em cima de corpos e contextos diferentes
- Resultados que, muitas vezes, dependem de estratégias que não aparecem na foto
- Enquanto muita gente segue firme, no ritmo possível… e ainda assim é julgada
O problema não é o corpo da imagem.
O problema é acreditar que atalhos, extremos e sofrimento significam saúde.
Saúde de verdade não é estética — é rotina.
É treino mesmo sem motivação.
É alimentação possível, não perfeita.
É equilíbrio, consciência e respeito ao próprio processo.
Que no Ano Novo a gente troque:
• comparação por consciência
• pressão por consistência
• julgamento por empatia
• extremos por equilíbrio
Porque resultado que vale a pena é aquele que não custa a nossa paz.
Se você quer saúde real, estratégia, constância e um caminho possível para o seu corpo e sua rotina, comece a respeitar e entender o seu corpo.
Veja as necessidades dele e as suas e tente se enquadrar.
Cuidado com as fórmulas mágicas, com as perdas de peso excessivas e sem controle. Nada em excesso faz bem!
Treinos, alimentação, orientação e evolução no seu ritmo de forma sustentável, sem macular o seu corpo e amando-o cada vez mais!
Ter uma vida saudável, uma vida feliz, um corpo perfeito, começa de dentro para fora e nunca no caminho inverso.
Ame seu corpo, sinta-se bem nele e procure sempre dar a ele, o melhor que ele merece. Você será a maior contemplada!


















