As relações sexuais são uma necessidade da espécie humana
O sexo é uma necessidade do corpo humano e, embora muitos pensem que não exige atenção, não é bem assim.
Quando se passa muito tempo sem ter intimidade com outra pessoa, existem alguns sinais que os especialistas apontaram para você ficar de olho.
O corpo humano é uma máquina muito precisa e, sempre que tem uma necessidade, tende a avisar para que você tome medidas, como, por exemplo, quando você está com fome, sede ou sono. Mas, no caso do sexo, para muitas pessoas é muito difícil identificar os sinais de que está faltando.
Quando não se tem um encontro sexual há muito tempo, segundo o portal Melhor com Saúde, pode afetar a pessoa tanto fisicamente quanto emocionalmente, porque quando se compartilha esse momento, não se trata apenas de satisfazer um prazer, mas de algo mais.
Conforme o Centro de Saúde da Mulher nos Estados Unidos, o sexo ativa neurotransmissores, que não beneficiam apenas a saúde mental, mas também o funcionamento de outros órgãos, e embora a masturbação também possa proporcionar esses benefícios, eles não são os mesmos que ter contato pele a pele com outra pessoa.
Segundo o livro O Sistema da Serotonina, existe uma relação direta dessa substância com o funcionamento da libido. Quanto aos sinais exatos que podem surgir quando está na hora de ter algum tipo de contato sexual, o portal de saúde menciona o seguinte:
Está mais irritável
Quando existe uma irritabilidade constante e mau-humor, embora pareça engraçado, não é, pois, isso pode ser devido à falta de satisfação do desejo sexual.
Estresse
O sexo pode ser definido como um tipo de atividade física e todos sabem que o exercício é uma boa forma de eliminar as preocupações da mente e o estresse.
Dificuldade para dormir
Já que não poder ter um momento de intimidade pode fazer você se sentir mal emocionalmente, também pode afetar seus ciclos de sono.
Dores em diferentes partes do corpo
Experimentar, por exemplo, dores de cabeça, pode estar relacionado à falta de relações sexuais. Segundo uma publicação na revista Cephalalgia, ter relações sexuais pode aliviar dores de cabeça em alguns pacientes que têm cefaleia ou enxaqueca devido à liberação de endorfinas durante o ato.
Pior aspecto da pele
Quando a pele parece menos saudável, suave e com imperfeições, também pode ser devido à falta de contato íntimo, e até mesmo acne pode aparecer.
Embora nem todos esses problemas sejam resolvidos com sexo, mas também adotando hábitos de vida saudáveis como uma alimentação saudável, exercício regular, controle do estresse, é importante observar esses sinais quando você tem um parceiro e, se estiver solteiro, pode optar por desenvolver atividades alternativas à sua rotina para se sentir melhor.
Segundo modelos e profissionais da moda, o uso indevido da palavra pode gerar confusão e prejudicar a imagem da indústria
O uso da palavra “modelo” como espécie de eufemismo para profissionais do SEXO ou garotas de programa ou GAROTAS DO JOB, tem causado indignação por parte da indústria da moda, que enfatiza que modelos profissionais possuem registro (DRT) e trabalham em diversas produções como editoriais, ensaios fotográficos e desfiles.
Um texto que tem sido compartilhado por modelos e outros profissionais nas redes sociais também contesta a nomenclatura, afirmando que se a pessoa não passa por um processo que inclui 'fazer castings', lutar para ser reconhecida no mercado, ficar horas em fila de prova de roupa e fazer desfiles e editoriais de moda, “ela não é modelo”.
Como a discussão veio finalmente à tona
Profissionais da moda manifestaram seu repúdio ao uso inadequado do termo “modelo” pela mídia. A indignação ganhou força após o recente caso que envolve o jogador Neymar Jr, que teria traído sua namorada, Bruna Biancardi, com uma garota de programa. Ao comentar o episódio, imprensa e público se referem à amante como modelo, apesar de a mesma ser uma trabalhadora do sexo e não atuar no mercado da moda.
O uso da palavra “modelo” como espécie de eufemismo para profissional do sexo ou garota de programa (ou garota do JOB) tem causado indignação por parte da indústria da moda, que enfatiza que modelos profissionais possuem registro (DRT) e trabalham em diversas produções como editoriais e desfiles. Portanto, chamar outros tipos de trabalho pelo mesmo nome “faz um desserviço para as profissionais, cria estigmas”, como afirma Anderson Baumgartner, diretor da agência Way Model.
O profissional diz que esse tipo de termo causa uma confusão entre quem não é da área, que acaba tendo uma visão negativa do trabalho de modelo. Ele relembra que, desde o começo da carreira, preconceitos e julgamentos atingem as profissionais, trabalhadoras de uma importante indústria para a economia brasileira:
"Quando comecei a trabalhar com top models em São Paulo, mães e meninas tinham receio do mercado da moda. Existe todo um trabalho da indústria de profissionalização e quebra de estigmas. Modelos profissionais são meninas que saem de casa cedo e vão morar em países que elas não dominam nem o idioma, recebem ‘nãos’ durante muito tempo até começar a receber os primeiros 'sim''', declara.
Modelos se posicionam
Um texto que tem sido compartilhado por modelos e outros profissionais nas redes sociais também contesta a nomenclatura, afirmando que se a pessoa não passa por um processo que inclui fazer castings, lutar para ser reconhecida no mercado, ficar horas em fila de prova de roupa e fazer desfiles e editoriais de moda, “ela não é modelo”.
“Ninguém chama um médico de piloto, e ninguém chama uma professora de astronauta! Já passou a hora de colocar o nome correto de acordo com a profissão real das pessoas”, conclui o texto viral.
Com o constante uso da palavra “modelo” para designar trabalhadoras sexuais, representantes do setor da moda defendem o uso correto das denominações, para evitar estigmas e reconhecer a distinção entre as profissões. Eles ressaltam que cada profissão deve ser chamada pelo seu nome apropriado e sem generalizações equivocadas, que podem causar consequências negativas para toda uma indústria.
Quem Any Awuada e como a discussão veio à tona?
A polêmica começou quando a Garota de Programa Any Awuada foi contratada para transar com Neymar e possivelmente outros que estavam na festinha privê.
Ela afirma que não estava fazendo nada mais do que o seu 'trabalho (ou job)' e que não sabia quem estaria na festa de Neymar Jr. e os parças entre a segunda e terça-feira (10 e 11/3).
A profissional que diz que recebeu R$ 20 mil para comparecer ao evento e dividir momentos íntimos com o craque concordou em dar uma entrevista ao vivo para o jornalista Leo no programa Fofocalizando. Confira o vídeo: