"Eu não aguentei, desabei em rios de lágrimas.
Quando entrei na sala da médica, pedi a ela uma dose de potássio venosa, seria o suficiente.
A frase que escoou dos meus lábios foi: 'doutora me ajuda a morrer'.
Minha vida tem sido de muito sofrimento nos últimos anos. Não está fácil suportar.
Minha liberdade é o oxigênio da alma, mas por tantas vezes já me falta ar.
Apesar de tudo, vou vivendo, ou SOBREVIVENDO. afinal, MATURIDADE também é sobre estar em CACOS e não ferir mais ninguém a sua volta.
Não tiro ninguém da minha vida, apenas reorganizo as posições e inverto as prioridades.
Há dores que sangram, e te destroem em silêncio e o corpo aprende a calar, mas sua mente NUNCA ESQUECE O QUE DOEU, e muito menos quem proporcionou a dor, seja física, mental e emocional."
Texto inicial: Célia Tavares (educadora e servidora pública municipal)
Texto inserções: Pery Salgado (jornalista)
Fotos: Célia Tavares e arquivo CULTURARTE
Realização: PR PRODUÇÕES
Texto inserções: Pery Salgado (jornalista)
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